Ajude esses peludos!

Adote um amigo!

Como se organizar para ter um cão.

 

Sonhando em ter um cachorrinho de estimação? Há várias raças, cada uma com características diferentes. Mas antes de se decidir entre um deles lembre-se de uma coisa: os animais não são objetos dos quais podemos nos desfazer pelo simples mudar de gosto ou idéia. Chegam tomando espaço na casa inteira e também em nosso coração. Prepare-se para recebê-los sem se arrepender depois.

Brinquedos
Adquira todos os itens necessários antes de trazer seu filhote para casa.
Ele vai querer brincar com sapatos, meias, poltronas, portas e qualquer outra coisa que possa mordiscar.
Por volta dos seis meses é importante que você compre brinquedos próprios para este fim, já que os dentes definitivos começam a nascer.
 
Certifique-se que o brinquedo não seja de material sintético, não tenha partes metálicas e que tenha tamanho apropriado.

Tigela de comida
Preste atenção também na escolha da tigela de comida.
Se ela for muito pequena seu cão não vai conseguir abrir a boca totalmente para se alimentar, terminando por virar a tigela e espalhar a ração no chão.
As tigelas devem sempre ficar a altura do peito de seu animal para maior conforto então, à medida que ele cresce, ela deve ser suspensa do chão, evitando que seu bichinho engula ar enquanto come (aerofagia). As pet shops estão equipadas com mesas apropriadas para todos os tipos de portes de cães.

Área de dormir
Na hora de escolher um lugar para seu cãozinho dormir, dê preferência a locais onde ele possa se refugiar quando houver visitas em casa, quando estiver doente ou quando alguma criança o estiver perturbando.
A área de serviço do apartamento – ou a lavanderia da casa – é o espaço mais adequado para hospedá-lo nos primeiros três meses, até que comece a se ambientar.
Se a porta da cozinha ficar permanentemente aberta, apele para um portãozinho.

Cama
Quanto à cama, evite as feitas com vime, pois eles podem roê-las e acabar engolindo farpas e fragmentos perigosos para o trato digestivo.
Evite também as de náilon e plástico flexível, pois podem ser tóxicas.
Procure as feitas de tecido a base de algodão ou outras fibras naturais que sejam laváveis e sem botões que possam ser engolidos.
Camas de fibra ou plástico endurecido também são boas opções para seu cãozinho, pois são facilmente laváveis. Para torná-las mais confortáveis, use uma manta ou cobertor feito de algodão. O tamanho deve ser adequado à raça e não esqueça que os cães dormem encolhidos.

Casas
As casas de fibra são as melhores opções, pois são facilmente laváveis.
As que são feitas de madeira trazem muitos problemas: facilitam a proliferação de pulgas e carrapatos nas frestas, absorvem umidade e urina e duram menos do que as de fibra sintética.
Se preferir acomodar seu cão dentro de uma casinha no quintal, procure o material adequado.

 Organize-se
Antes mesmo de adotar um cachorrinho, procure definir algumas tarefas entre as pessoas da casa.
Quem vai cuidar da sua alimentação? Quem vai cuidar da higiene? Quem vai levá-lo para passear?

 Segurança
Verifique na sua residência se existe algum fio elétrico solto ou objetos frágeis que possam ser derrubados facilmente. Seu animal doméstico pode causar acidente com eles. Muito cuidado ao guardar materiais de limpeza, pesticidas, raticidas, pois essas substâncias são perigosíssimas. Até mesmo alimentos comuns e plantas podem causar problemas para a saúde do seu cachorro. Medicamentos destinados a seres humanos não devem, em hipótese alguma, ser utilizados para o tratamento de seu animal doméstico. Qualquer substância estranha ao corpo do animal pode ser fatal. Fique sempre atento com o comportamento do seu cão para detectar se ele está doente ou se machucou de alguma forma. Neste caso, leve-o ao veterinário.

DICA
Quando o cachorro fizer xixi dentro de casa, limpe logo com vinagre ou produtos específicos para eliminar o cheiro. Pimenta-do-reino também age como repelente. Não maltrate seu bichinho: esfregar seu nariz no xixi e gritar com ele não adianta nada, só vai apavorá-lo.
 
 
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Como organizar a rotina do seu gato

 
Ninguém é capaz de treinar um gato como se fosse um cachorro, mas estabelecendo certas condutas rotineiras é possível fazer com que ele atenda aos seus chamados prontamente.

Nome
Sempre que falar com ele, chame-o pelo nome. Comece chamando-o na hora das refeições e de dormir. Ele com certeza aprenderá a responder.

Alimentação
Alimente seu gato com regularidade, no mesmo lugar e à mesma hora, todos os dias. Gatos são animais acostumados a rotinas. Tome muito cuidado com a qualidade da ração. Faça algumas experiências para ver qual ele gosta mais. Informe-se com seu veterinário.

Escovação dos pelos
Os gatos do tipo "pêlo-comprido" precisam ser penteados e escovados todos os dias, à mesma hora. Já os gatos do tipo "pêlo-curto" podem ser penteados de escovados apenas uma vez por semana.

Recreação
Brincar é essencial para um gato se desenvolver, principalmente se for dos que vivem dentro de casa. Reserve 10 a 15 minutos diários para brincar com ele.

Higiene
Acostume o seu gatinho desde cedo a usar a bandeja sanitária. Coloque a bandeja com um produto absorvente ( tipo Pipi Cat ) num local sossegado, como a área de serviço por exemplo. Mostre a bandeja para o gatinho colocando-o dentro dela. Instintivamente ele fará as necessidades sem grandes problemas na bandeja sempre que necessário. É importante que o local das necessidades do gato seja bem tranqüilo, e que a bandeja sanitária seja limpa logo após o uso, caso contrário ele fará em outros lugares da casa.

Unhas e estofados
Infelizmente os gatos adoram afiar as unhas em nossos estofados, é um instinto natural. Para que os nossos móveis não acabem em farrapos devemos encontrar objetos que os substituam à altura.

Alguns deles são fáceis e baratos de encontrar, você pode usar um capacho de piaçava daqueles bem duros e cheios de farpas, eles adoram.
Outra opção é um bom tronco de madeira colocado na vertical, mas se por acaso existir a possibilidade de gastar um pouco mais, adquira um daqueles postes de madeira revestidos de tapete, satisfação garantida para os bichanos.

Porém não se surpreenda se um dia, mesmo com todos os cuidados, você encontrar alguns buraquinhos no seu sofá.
 
 
 
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Fogos e abandono: saiba como prevenir contra os vilões do final de ano‏

Fogos e abandono: saiba como prevenir contra os vilões do final de ano

Os festejos de fim de ano sugerem a oportunidade de momentos felizes para os homens, porém, para os animais de companhia, é uma temporada de perigos e sofrimento. O ouvido aguçado dos cães e gatos, com capacidade auditiva muitas vezes superior a nossa, faz dos rojões uma grande tormenta. Muitos fogem, engrossando o abandono recorde dos bichos nesta época, ou são deixados por famílias que, simplesmente, traem a confiança daqueles que são verdadeiros símbolos da fidelidade.

Confira as sugestões da ARCA Brasil para evitar os problemas para os peludos durante as festas de final de ano. Caso for viajar, veja as dicas para encontrar um lugar confiável onde deixá-los:

Fogos: para amenizar a sensibilidade ao barulho

1. Existe a opção do uso Florais de bach, que deve começar uma semana antes das festividades. As essências são: aspen + cherry plum + mimulus + rock rose + white chestnut + rescue.
(Custam em média R$ 15 reais)
Mais informações:
Deolinda Eleutério
Terapeuta Floral - CRT 26715
Atendimento gratuito após 19:30h - (11) 2275-8629 

2. Antes do início dos fogos, acomode os seus animais em ambiente protegido e seguro dentro de casa, ou numa área externa em que eles fiquem isolados dos perigos. Verifique se muros, cercas e portões encontram-se em bom estado e são suficientes para impedir a fuga do seu animal, mesmo que ele esteja apavorado.

3. Coloque uma coleira com plaqueta de identificação no pescoço do seu cão ou gato, importante para achá-lo no caso de fuga. A coleira do gato deve ser elástica, para que não haja risco de enforcamento ao se prender a um galho ou outro objeto. A plaqueta deve conter o número do seu telefone (residência e celular).

4. Em muitos municípios brasileiros, a identificação do animal pode ser feita nos CCZs (Centros de Controle de Zoonoses). Ao registrar o animal, ele ganhará uma plaqueta com o número de inscrição.

5. Nunca deixe seu animal preso em corrente, pois na hora do pânico ele pode se machucar ou se enforcar. Lembre-se também de que ele precisa ter liberdade e fazer exercícios diariamente.

6. Se tiver mais de um cão, evite deixá-los juntos por precaução. Na hora dos fogos, excitados pelo barulho, podem brigar e se ferir gravemente.

7. Ofereça alimentos leves ao seu animal antes dos fogos. Distúrbios digestivos provocados pela agitação e pelo pânico podem levá-lo à morte.

8. Consulte o seu veterinário de confiança para saber sobre algumas medidas que podem tranqüilizar seu bichinho nessas ocasiões, como tampões de ouvido e calmantes. Mas lembre-se: nunca dê medicamentos ao seu cão ou gato sem a indicação veterinária.

9. Se você mora em apartamento, verifique se as telas de proteção das janelas estão firmes e seguras;,evite deixar as janelas escancaradas, sobretudo se você tem gatos e se não estiver em casa à meia-noie do dia 31.

Viagens sem seu bicho: escolha um bom lugar para deixá-lo

Hotéis para animais

  1. Busque lugares que tenham boas referências e indicações de amigos e conhecidos.
  2. Verifique se os espaços onde os animais ficam são limpos e bem cuidados.
  3. Procure perceber se os funcionários do local gostam dos animais.
  4. Marque um horário para visitar e conhecer o hotel e chegue um pouco antes para ver a reação de quem trabalha no estabelecimento (se pedem para você aguardar um pouco antes de entrar no espaço para arrumar possíveis bagunças).
  5. Para cães - principalmente os de grande porte - o recomendável é que fiquem em espaços grandes, separados por divisórias.
  6. É importante que o local mantenha pelo menos uma atividade fora do espaço de confinamento ao dia, como passeio, brincadeiras e natação, entre outros.
  7. Tenha certeza de que seu animal está com todas as vacinas em dia (raiva e V8 ou V10) e vermifugado antes de enviá-lo, pois ele estará em contato com muitos outros bichos.
  8. Gatos: é preferível que ele fique em casa e receba cuidados de alguém no local. Os felinos são conhecidos por se ressentirem a mudanças de ambiente.

Dog/cat sitter (pessoa paga para cuidar do animal na casa dela ou para visitá-lo duas ou mais vezes por dia em sua própria casa - e passear com ele, no caso dos cães) 

  1. É extremamente importante ter referências e, claro, confiança na pessoa que vai ficar com o seu amigo de quatro patas.
  2. As mesmas precauções em relação aos hotéis valem na hora de contratar os serviços dessas pessoas.
  3. E os caminhos para encontrar um dog e cat sitters vão desde o site de relacionamentos como o Orkut até classificados de internet e de jornais. Também é válido consultar o seu veterinário e pet shops.

Amigos e parentes

1. Ao deixar seu companheiro com um amigo, tenha certeza de que a pessoa se sente bem com a presença do animal.

2. Escreva em um papel instruções sobre a alimentação e a saúde dele, telefone do veterinário que costuma atendê-lo e dinheiro para o caso de alguma emergência.

3. Ele pode ficar acomodado tanto na casa de quem vai cuidar dele como na sua própria casa. O ideal é que a pessoa o visite duas vezes por dia para alimentá-lo e passear com ele (lembre-a de usar guia e coleira com plaqueta!).


http://www.arcabrasil.org.br/index.htm


Ajude os passarinhos

EMBRULHE OS CHICLETES ANTES

DE JOGAR FORA:

Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta, os passarinhos comem restos de chicletes deixados irresponsavelmente em qualquer lugar.
Ao sentirem o chiclete grudando em seu bico, tentam, desesperados, retirá-lo com os pés., e aí acontece o pior: acabam sufocados.
Por favor, embrulhe o chiclete num pedaço de papel e jogue-o no lixo.

Nunca Use Jornais em Nenhuma Gaiola:  Sempre papel de escritório (xerox, folhas de apostilas, folhas de cadernos, etc... etc..), pois o jornal é extremamente nocivo ao aparelho respiratório de qualquer SER VIVO. O problema é a tinta (que contem CHUMBO) e o pó que sai do jornal.

 

Coloque uma vasilha com terra: a vasilha deve ser trocada 1 vez na semana, no mínimo. Coloque também alguns verdinhos.

 

Sempre que encontrar uma ave, verifique:

 

Bumbum: Veja se não tem coco grudado, fechando o orifício anal, impossibilitando a saída das fezes. Se isso acontecer, coloque a bundinha da ave em uma aguinha levemente morna, espere um pouquinho e retire com cotonete. Depois, seque com um papel toalha ou guardanapo de papel SEM ESFREGAR e coloque HIPOGLOS.

 

Interior da Boca: Veja se está tudo rosadinho e se não tem nenhuma coisa branca presa na garganta. Se isso acontecer, não tente retirar de qualquer jeito, pois como é uma região muito vascularizada, corre o risco da ave se esvair em sangue. 

 

Falha de Penas na Cabeça: Faltando penas numa determinada região = passe HIPOGLOS (é uma espécie de fungo que dá nas penas e isso desaparece com o uso dessa pomada).

 

Asas: Abra as asas com MUITO CUIDADO, pois pode estar quebrada. Normalmente, quando a asa está quebrada, ela é mais baixa que a outra.  Se a quebradura for recente (dá para notar pela TRISTEZA da ave, pelos movimentos, etc.) dê uma gota de ARNICA LÍQUIDA no bebedouro. Não pode ser mais do que 1 gota, pois contem álcool. No local da quebradura, passe ARNICA POMADA. Normalmente, não voam mais depois disso. Mas... vivem bem.

 

Axila e Virilha: Esses dois locais as vezes sofrem arranhões de gatos que tentam pagá-las. Outra coisa é antena de carro, quando elas estão voando. Nesses dois casos, tem que IMOBILIZAR. Coloca CYRTOPODIUM no ferimento, enrola a ave em um paninho e deixa quieta. Elas não gostam, mas é uma forma de cicatrizar. 

 

Em Todos os Casos de Feridas: Recomendo que a gaiola fique forrada com pano, evitando assim que ESCORREGEM no papel do fundo da gaiola, causando mais danos ao ferimento. Afinal, elas estão acostumadas a caminhar em troncos de árvores ou na terra. Sacos brancos que se usa para fazer pano de prato são ótimos. Não é bom usar nada felpudo, pois podem prender as unhas.

BEBÊS QUE CAEM DO NINHO

Tudo que se precisa é de UM PALITO, UMA BANANA, UMA COLHERINHA DE CAFÉ com água e TORY.

 

NUNCA coloque a ave de barriga para cima para alimentá-la. Mantenha sempre na posição normal, igual a você sentada e comendo. Eles se engasgam muito facilmente.

 

Pegue o filhote, coloque num paninho e deixe somente a cabeça de fora. É uma forma dele ficar quieto.

 

Pegue um palito, morda a ponta para não ficar dura.  Passe o palito na banana, pois assim a ração irá grudar no palito.

 

Pegue a cabeça do filhote por cima e segure-a. Com a ponta do palito mordida force LEVEMENTE a abertura do bico pela lateral do bico.  Quando conseguir abrir, segure-o aberto (NÃO APERTE para não quebrar) e cuide para não tapar o nariz. Passe rapidamente o palito na banana e logo em seguida na ração e coloque na boca do filhote.  Solte o bico.  Na terceira ou quarta vez, será mais fácil, pois eles facilitam a abertura do bico, graças a fome. 

 

Dessa ração TORY, eles comem mais as bolinhas amarelinhas,  que é o PAINÇO e umas pretinhas.

 

Para dar água, pegue a colherinha com água e OFEREÇA, colocando o bico imerso na colher, SEM LEVANTAR O BICO. A colher fica paralela ao bico. A água entra pelas laterais do bico, eles sentem que é água e bebem sozinhos!

 

 

 

 

 

Isso se faz de 2 em duas horas, mas... NÃO se deixa um pote com comida e outro BEM RASINHO com água, pois como são nenês, eles podem cair no pote de água e morrer afogado. 

 

 MITOS SOBRE POMBOS 

Por: Fátima Borges Pereira – Artista Plástica, Poetisa, Professora de Teatro Infantil e Português.

Então, se formos falar das doenças "supostamente" transmitidas pelos pombos ou aves, seremos obrigados a expor ao ridículo os medos e os preconceitos referentes aos pombos. Pois, de tudo o que são acusados, ou é MITO ou PURO PRECONCEITO por falta de informações corretas. A saber:

 

A "DOENÇA DO POMBO" não existe;

 

 

A "TOXOPLASMOSE ADQUIRIDA DIRETAMENTE DO POMBO" é impossível de acontecer, já que o parasita no pombo não desenvolve o ciclo vital e reprodutivo, condição indispensável para se tornar infeccioso ao ser humano. E, além disso, sabe-se que a PRINCIPAL causa da toxoplasmose é a ingestão de verduras mal lavadas e carnes contaminadas mal passadas. Infelizmente, você não vai saber se estão ou não contaminadas, pois a aparência não modifica;

 

 

A "SALMONELOSE" é uma bactéria encontrada até num OVO DE GALINHA, que você pode estar comendo sem saber, e, é praticamente sinônimo de comida estragada;

 

 

A "TUBERCULOSE AVIÁRIA" difere-se da tuberculose humana e bovina. Comum a todas as aves, sua bactéria pode ser encontrada no solo, na serragem, nas ostras, nas minhocas e até no LEITE FRESCO.  Embora o homem seja bastante resistente ao bacilo, suas principais fontes de contágio são a CARNE MAL COZIDA e LEITE MAL FERVIDO;

 

 

OS "PIOLHOS DE POMBO" são ácaros encontrados também em outras aves silvestres, específico das penas, mesmo que "eventualmente" passem para as pessoas que toquem em aves infectadas, não sobrevivem mais que algumas horas, ou seja, morrem de fome!!! Faltam penas ao homem para que possam alimentar os piolhos;

 

 

"HISTOPLASMOSE E A CRIPTOCOCOSE" são doenças transmitidas por fungos que se desenvolvem em dejetos, são originários também das fezes humanas, de outros animais, do solo orgânico e até de frutas podres. Esses fungos, não resistem ao sol e às altas temperaturas do nosso clima. As condições ideais para seu desenvolvimento são os ambientes fechados e com grande acúmulo de matéria orgânica;

 

 

"A ORNITOSE, PSITACOSE OU CLAMIDIOSE" atinge a muitas aves e mamíferos, inclusive o homem, mas para que haja contágio é necessário um contato íntimo com a ave doente, e, felizmente até 16/11/2003, não havia feito parte de nenhuma estatística. Daí, imagino que não deva ser fácil se contaminar!

fonte: www.pea.org.br





























































Cloreto de Magnésio? Uma verdadeira panacéia... também para os animais

Autora: Marie-France Muller - doutora em psicologia e naturopatia
Capítulo 5 - págs 38 a 55 do livro Medicamentos suaves para animais para melhor curá-los e amá-los
 
Editor - Jouvence Editions - France

Tradução livre: Nina Rosa Jacob

Argila e cloreto de magnésio são, a meu ver, insubstituíveis por sua simplicidade de aplicação, sua importante eficácia e seu baixo custo. Você conhece esse remédio maravilhoso, simples, não tóxico e barato? Ele permite que você cure a você mesmo e a seus animais por alguns poucos reais, mesmo quando os antibióticos parecem não resolver. Trata-se de um remédio muito fácil de encontrar, é vendido sem receita, em qualquer farmácia.

Resultados rápidos

Pouco ou mal conhecido, (diria mesmo desconhecido,) o cloreto de magnésio normalmente permite obter resultados rápidos e espetaculares, inclusive em alguns casos de patologias graves ou agudas, e em um bom número de doenças infecciosas. O Professor Delbet considera-o um dos melhores agentes profiláticos do câncer. Daí seu imenso interesse, inclusive para os animais. Ele pode prestar imensos serviços tanto nos pequenos males, quanto nos casos mais sérios que atingem esses nossos amigos

É também um remédio preventivo de múltiplas virtudes, cujo único inconveniente é... seu gosto detestável! Entretanto, nunca tive dificuldades para ministrá-lo a meus animais: passada a primeira (e desagradável) surpresa, eles constatam sua eficácia e compreendem que têm todo o interesse em tomá-lo. Nisso eles são muito mais sábios que a maioria de nós...

No uso veterinário, o método citofilático ("que protege as células"), o cloreto de magnésio oferece múltiplas possibilidades.

Nos meus amigos de patas (quatro ou duas), os resultados sempre foram excelentes: do hamster ao nosso cão, todo mundo toma, ao menor sinal de alarme. Em geral nós acrescentamos regularmente um pouco em sua comida, de acôrdo com seu peso, para prevenir eventuais doenças. Funciona!

A maioria de meus pequenos companheiros foram resgatados de um fim prematuro e chegaram à nossa casa em desespero de causa (mas em geral se restabeleceram). Nesses casos, começamos por lhes ministrar uma cura de cloreto de magnésio em boa dose (não importa se ocorrerem alguns estragos nos dois primeiros dias); o bom resultado não se faz por esperar...

Alguns animais precisam ser "persuadidos" a engolir essa mistura, mas sempre conseguimos, mesmo com animais que não nos conhecem.

Modo de usar

Fácil de preparar, simples de tomar, barato, esse remédio pode evitar os problemas mais graves. Assim, um gato em contato com outro que tenha leucose - essa doença terrível similar à leucemia, que dizima a população felina - poderá facilmente estar protegido de eventual contaminação, se consumir diariamente na sua comida um pouco de cloreto de magnésio.

Importante saber que esse produto tem efeito ligeiramente laxativo. Se você lhe ministrar demais, pode acontecer um pequeno acidente; mas em geral seu animal não terá dificuldade de reter; não interrompa o tratamento por causa disso. Considere como normal e de bom augúrio as fezes moles de seu gato ou cão no início do tratamento; logo as coisas se regularizarão sozinhas.

Preparação

Nada mais simples. Você encontrará o cloreto de magnésio em sachês de 20 gramas ( no Brasil, em média 33 gramas).

Diluir o conteúdo de um sachê em um litro de água pouco mineralizada, e está pronta a solução para ser utilizada. Ela se conserva muito bem, mesmo sem geladeira. Melhor ter sempre alguns sachês à mão, para evitar atravessar a cidade domingo à noite procurando uma farmácia aberta.

USO INTERNO

Ministrar uma dose da solução (de acordo com o peso do animal) de uma a seis vezes ao dia, de acordo com o caso (ver adiante). Pode-se ministrar a solução diretamente ou misturar na comida ou bebida.

1 - se desejamos apenas um efeito preventivo (fadiga, epidemia ou outro) geralmente é suficiente tomar uma dose pela manhã ou à noite durante alguns dias.

2 - Em caso de doença aguda (febre, todas as infecções,) é aconselhável começar por duas ou três doses com 3 horas de intervalo; depois uma dose a cada 6 horas durante 48 horas; em seguida a cada 12 horas (de acordo com o estado do animal). Finalmente, apenas uma dose ao deitar durante uma semana, para restaurar a imunidade.

3 - Em casos de distúrbios benignos sem febre, podemos nos contentar com uma dose, uma ou duas vezes ao dia. Sempre prosseguir alguns dias após o desaparecimento dos sintomas.

Como poderá constatar, esse tratamento é simples, pode ser levado sem problemas em viagens, porém muito eficaz. Ele combina muito bem com tratamento homeopático ou outro, se necessário.

GATOS

Nossos queridos são delicados; nem pense em misturar uma colher de café da solução no seu patê, mesmo naquele seu preferido: eles vão amarrar a cara com um "snif" desdenhoso e preferirão se abster de comer, a cometer tal indignidade. Em caso de doença, o método forte se impõe: a seringa! Use uma seringa hipodérmica.

Segure seu gato pela pele do pescoço, levante-o ligeiramente ou mantenha-o firmemente imobilizado(depende do gato) e injete rapidamente o medicamento na sua garganta, pelo canto da boca. Lembre-se de mantê-lo ainda alguns instantes seguro até perceber que ele engoliu.

Nos casos de gatos que se oponham vigorosamente a qualquer ação deste gênero, melhor fazer o procedimento em duas pessoas: envolva o gato numa coberta ou uma toalha de banho grande, enrole várias vezes para não ser arranhado, mantenha-o apertado, deixando de fora apenas a cabeça, que a segunda pessoa vai segurar com uma mão e introduzir o medicamento com a outra.

Posologia

- gato filhote: (10 cc respeitando o ritmo (uma a seis vezes por dia)

- gato adulto: 20 cc à uma colher de café por dose

Doença dos gatos jovens: Tifo

Por ser um vírus muito contagioso, é a doença mais mortal nos felinos não vacinados (e mesmo entre os vacinados). O método citofilático traz excelentes resultados, mesmo que aplicado tardiamente. Porém, evidentemente melhor os tratar desde os primeiros sintomas.

Uma ou duas colheres de café da solução cada 2 ou 3 horas no primeiro dia, depois 2 ou 3 vezes por dia conforme for melhorando, até o restabelecimento definitivo.

Gastro-enterite infecciosa

Também nessa doença o cloreto de magnésio faz maravilhas quando ministrado uma colher de café (duas, se o tratamento vier tardiamente) a cada 3 horas até a melhora dos sintomas; depois apenas uma colher de café 2 ou 3 vezes por dia até o completo retorno à normalidade.

Todas as outras doenças podem ser tratadas da mesma forma.

CAVALOS

O tratamento pelo cloreto de magnésio mostra-se muito eficaz e barato.

Gurma(usagre),estado febril, febre tifóide,... não há doença infecciosa que resista a este tratamento tão simples.

Existem tres métodos:

- se seu amigo aceita o remédio: injetar em sua boca com uma grande seringa um litro ou mais da solução.

- se ele não aceita, será necessário mantê-lo afastado de seu bebedouro habitual e fazê-lo beber a solução em um balde.

- outra possibilidade: misturar a solução no trigo.

Posologia

Potro: meio litro da solução 2 vezes ao dia ( ou mais , se necessário)

Até 500 kilos: 1 litro cada 6 horas durante quatro dias, depois cada 8 horas até o restabelecimento definitivo.

Mais de 500 kilos: 1 litro e meio da solução, como indicado acima.

Em casos muito graves, iniciar com duas doses a cada duas ou três horas.

Em todos os casos, respeitar os ritmos indicados. Podemos aumentar ou diminuir a quantidade em função das reações do animal; os cavalos em geral reagem muito bem ao tratamento.

Uso externo

Em uso externo a solução de cloreto de magnésio também lhes trará muitos benefícios: banhos para os pés, lavagem de feridas e lesões, compressas, etc. É um bom complemento ao tratamento com argila. Pode-se preparar a pasta de argila usando a solução de cloreto de magnésio no lugar da água.

Nota: este tipo de tratamento se aplica também aos bovinos. O Doutor Neveu trata também com sucesso a febre aftosa, o aborto, a dificuldade de parir, a mastite, o fleumão, as corizas e bronquites verminosas...

Mesmas posologias.

CÃES

Em geral é suficiente adicionar ao seu patê ou latinha a dose necessária: ele engolirá tudo gulosamente. Se ele estiver muito doente e se recusar a se alimentar, use o sistema da seringa hipodérmica (sem a agulha, evidentemente!) e injete o líquido em sua garganta pela comisura dos lábios.

Posologia

- cão pequeno porte ou filhote: uma colher de café ou de sopa (20 a 50 cc) uma a várias vezes ao dia, de acordo com seu tamanho e com a gravidade do caso.

- cão porte médio: um copo (125cc) uma a várias vezes ao dia

- cão porte grande: um copo e meio (180cc) uma a várias vezes ao dia.

Doença do Quadrado (Carré)

Essa doença equivale à poliomielite humana e se cura com o mesmo método. O cloreto de magnésio cura imediatamente a forma óculo-nasal, cura rapidamente as formas digestivas e respiratórias.

Ele cura também a forma nervosa, paralisante, desde que a paralisia não exceda ainda 8 dias. Minha experiência comprovou que, mesmo nesses casos, é possível obter a cura, e, em todos os casos, ocorre uma visível melhora no estado do animal.

Ministrar a solução cada 6 horas durante quatro dias, depois cada 8 horas até o restabelecimento total. Em casos muito graves, iniciar por duas doses a cada 2 ou 3 horas.

Em casos de urgência, peça ao seu veterinário as injeções intravenosas de cloreto de magnésio Cloreto de magnésio injetável, comercializado em farmácias (laboratório Meram): elas podem salvar a vida do animal.

N.B. as ampolas contém 5 g de cloreto de magnésio por 20 ml de soro fisiológico: 1/2 ampola é suficiente para um cão de grande porte, ¼ de ampola para um de pequeno porte. Esta fórmula galênica só se utiliza em situação de grande urgência, como por exemplo em casos declarados de tétano, leucemia aguda, hepatite viral, parvovirose...

A injeção deve ser aplicada por via intravenosa lenta (20 minutos).

Piroplasmose

A cura é rápida: ministrar uma dose da solução pela manhã e à noite durante 2 ou 3 dias.

Gastro-enterite

Ministrar a solução pela manhã, meio dia e noite, durante 5 dias.

Picada de cobra

Saiba que, nesses caso em particular, o cloreto de magnésio pode salvar seu animal e você: em geral apenas uma dose é suficiente!

PORQUINHO DA INDIA, COELHO ANÃO

É muito fácil faze-los tomar a solução com um conta-gotas. Uma dezena de gotas são suficientes, de uma a seis vezes por dia. Em casos de infecção grave, não hesite em ministrar uma colher de café duas ou três vezes por dia: não há risco algum de super-dosagem! Como ação preventiva, podemos também banhar os grãos que eles comem com algumas gotas, adicionadas de uma preparação de vitamina C.

Em casos de problemas de pele (sobretudo para coelho anão) ou de conjuntivite, o cloreto de magnésio (assim como a argila) é muito eficaz quando aplicado localmente.

GALOS, GALINHAS, PATOS, POMBOS, ROLINHAS, etc.

É muito fácil tratar nossos amigos de penas dessa maneira, porém o mais simples é evitar que eles fiquem doentes, tendo o hábito de misturar o cloreto de magnésio à sua comida. Esta precaução é ainda mais importante se você consome seus ovos.

Preventivamente: uma dose adaptada ao peso do animal no bebedouro (e também na argila) ou, pAra maior eficácia, misturada à sua comida.

Curativamente: Trate separadamente o animal doente ministrando-lhe diretamente no bico a dose necessária, ou substitua a água dele pela solução magnesiana.

Difteria aviária, cólera aviária, febre aviária, peste aviária: Uma dose da solução a cada 3 horas (somente durante o dia) até o restabelecimento da saúde.

Pneumonia contagiosa dos frangos: Uma dose da solução a cada duas horas durante o dia até o restabelecimento da saúde.

Diarréia branca, etc.: Substituir a água do bebedouro pela solução de cloreto de magnésio.

Pevide (Pépie): Uma vez retirada a enduração córnea da língua, ministrar imediatamente duas colheres de café da solução: sua galinha voltará imediatamente a comer.

Posologia média geral

- galinha, galo: uma ou duas colheres de café (dependendo do tamanho da ave)

- pato: uma ou duas colheres de sopa

- pombo, rolinha: meia colherinha de café.

HAMSTER

Três a quatro gotas serão suficientes, ministradas com conta-gotas ou misturadas à sua água de beber. Em casos de problemas de pele, podemos também lavar a mesma com um pouco da solução.

PÁSSAROS

O tratamento citofilático é um grande recurso na prevenção de doenças. Faça um tratamento de duas ou três semanas nas mudanças de estação ou quando ele lhe parecer doente. De acordo com o tamanho, adicione a dose da solução de cloreto de magnésio diluída em sua água de beber: eles aceitam muito bem. Vigie seus excrementos e diminua a dose em caso de diarréia.

Posologia

- pássaros pequenos (canários, etc.): meia colherinha de café da solução no seu bebedouro cheio de água (podemos acrescentar vitaminas ao mesmo tempo). Para os pequenos passarinhos e as raças muito pequenas, algumas gotas serão suficientes.

- rolinhas, mainás...: uma colher de café da solução para um bebedouro cheio de água.

- papagaios: uma colher de sopa da solução para um bebedouro cheio de água.

PEIXES

Adicione algumas (poucas) gotas de cloreto de magnésio na água do aquário: só poderá lhes fazer bem. Atenção à dose, principalmente para os peixes de água doce. Seja muito moderado!

 

USO EXTERNO

Utilize o cloreto de magnésio para tratar todos os ferimentos ou lesões possíveis. A solução não arde e seu animal guardará uma boa lembrança para a próxima vez. Pense também em pomadas à base de cloreto de sódio.

Chagas, ferimentos diversos, mordeduras

Lave bem o ferimento com a solução de cloreto de magnésio sem adicionar nenhum outro produto. Se o ferimento parecer infeccionado: aplicar uma compressa embebida na solução e mantê-la no local, se possível, com uma bandagem. Se não for possível, tente deixa-la sobre o ferimento ao menos alguns minutos: o tempo de fazer-lhe um bom carinho.

Em alguns casos pode ser mais fácil e eficaz para banhar um membro (a perna de um cavalo, uma pata) utilizar uma bacia cheia da solução normal a 20 ou 33 gramas por litro de cloreto de magnésio - à qual você poderá adicionar argila (nesse caso melhor fazer o tratamento do lado de fora, se possível, em consideração aos seus tapetes!) Alguns minutos serão suficientes. Repetir o procedimento quantas vezes for necessário.

Ao mesmo tempo que a aplicação externa, é muito útil ministrar também o cloreto de magnésio por via interna, a dose da manhã e da noite, até o completo restabelecimento.

Em caso de infecção, temperatura elevada: siga a posologia habitual ministrando a solução em intervalos regulares várias vezes ao dia.

Eczema, sarna, alopecia e outros problemas de pele

Banhar generosamente a pelagem duas a três vezes ao dia, fazendo a solução penetrar até a pele. Cuidado no inverno para que o animal não sinta frio. Acrescente um pouco de cloreto de magnésio à sua alimentação cotidiana para manter as defesas imunológicas, adicione também levedo de cerveja e óleo de germe de trigo (vitamina E).

Queimaduras

Aplique uma compressa de gaze embebida de cloreto de magnésio. Deixe-a no local afetado, molhando suavemente com a solução várias vezes ao dia. Pode-se alternar esse tratamento com aplicações de lama argilosa.

Todos os animais podem se beneficiar do método citofilático, associado ou não a outros tratamentos. Inspirando-se nos conselhos aqui descritos e com um pouco de prática, você estabelecerá facilmente o melhor programa de tratamento.

                                              Cloreto de Magnésio

PARECER JURÍDICO: ANIMAIS EM CONDOMÍNIO

Ana Rita Tavares

terraverdeviva@yahoo.com.br

SOLICITANTE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA TERRA VERDE VIVA


I - A CONSULTA

Solicita-nos a Associação Brasileira Terra Verde Viva a emissão de Parecer Jurídico sobre a seguinte situação:

“Têm sido encaminhadas ao e-mail desta Associação várias denúncias sobre Condomínios que proíbem a permanência de animais nas unidades dos Condôminos (proprietários, ou locatários); proíbem o trânsito de animais nas áreas comuns dos edifícios; proíbem o transporte dos animais nos elevadores, até mesmo no de serviço; e, além disso, abordam os Condôminos que têm animais de estimação, de forma escrita ou verbal, para que estes retirem seus bichos das suas unidades. Além de tudo isso, proíbem que visitantes (parentes e amigos de condôminos) subam aos apartamentos ou à unidades horizontais com bichos de estimação. 

Diante da freqüência com que isso vem ocorrendo, solicitamos Parecer Jurídico a V.Senhoria, a fim de que possamos orientar as pessoas que estão relatando esses problemas.”

 

Posta a situação dos fatos, passamos a examinar e a emitir a nossa opinião jurídica, amparada em fundamentos Constitucionais e infraconstitucionais, que, ao nosso ver, é o que responde ao questionamento suscitado por essa Associação ambientalista.

 

II - O PARECER

A PROTEÇÃO CONSTITUCIONAL DOS ANIMAIS. LEGISLAÇÃO ORDINÁRIA E A IMPORTÂNCIA DOS ANIMAIS NO SISTEMA JURÍDICO.

Os animais, desde 1988, data em que foi promulgada a Constituição Federal,  passaram a ter amparo jurídico, pela Lei Maior do País, conforme se vê do art. 225, §1º, VII, da Constituição Federal, que dispõe:

“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.”, e que “Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público: VII – proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade

Desdobrando o princípio contido no Texto Constitucional, vem o art. 32, da Lei 9.605, de 12.02.98 (Crimes ambientais), que prescreve:

Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: pena – detenção, de três meses a um ano, e multa

Afinal, prevê o art. 3º, do Decreto Federal de 10.07.34, editado no Governo de Getúlio Vargas, que: Consideram-se maus tratos: I – praticar ato de abuso ou crueldade em qualquer animal”.

 

Por aí já se vê que aos animais foi manifestada a consideração do legislador constitucional e dos legisladores ordinários contemporâneos, desde 1934.

 

O que se observa de toda essa legislação é que o animal está, assim como os seres humanos, no âmbito jurídico e legal, protegido pelo Estado, merecendo o  respeito de todos, que devem tratá-los com dignidade. Quem assim não procede pratica crime, com pena de detenção de 3 meses a um ano.


A CONSTITUIÇÃO FEDERAL E O DIREITO DE PROPRIEDADE. CONEXÃO DO TEMA COM A PERMANÊNCIA DE ANIMAIS EM CONDOMÍNIO

 

O sistema constitucional brasileiro consagra o direito de propriedade como um dos vetores que definem a forma de vida em sociedade, dispondo que:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

I/XXI - (...)

XXII - é garantido o direito de propriedade;

 

Art. 170. A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios:

I – (...)

II - propriedade privada;

Dos dispositivos transcritos, extrai-se que o direito de propriedade é princípio consagrado na Constituição Federal e, como tal, há de ser observado.

 

Assim, o proprietário de qualquer imóvel construído no território brasileiro é livre para administrar a vida do seu bem e, no exercício do seu direito de propriedade, ali viver, traçando ele próprio as regras e normas que devem reger a sua casa, sem que tenha de pedir ao vizinho consentimento para isso. Dentro dos limites do seu imóvel, pode o proprietário, ou o locatário, ou o cessionário, ou quem esteja na sua posse, fazer o que bem lhe aprouver, havendo, apenas, de estabelecer critérios nos modos de habitação, por naturais e razoáveis limitações que lhe impõe a convivência em sociedade.

A CRIAÇÃO DE ANIMAIS EM CONDOMÍNIO E O DIREITO DE PROPRIEDADE

Em relação à questão trazida pela Associação Consulente, a transcrição desses dispositivos constitucionais tem pertinência, já que o Condomínio, bem como os Condôminos, têm o dever jurídico de respeitar o direito de propriedade do seu integrante.

 

Não podem, por exemplo, ter o seu espaço invadido por vizinhos, que lhe queiram ditar o modo de viver, nem determinar o que deva ser adotado como procedimento da pessoa no convívio com os seus familiares.

 

Com relação aos animais, é sabido que há pessoas que, efetivamente, deles não gostam, sendo intolerantes para com a presença de qualquer bicho que seja. Um, apenas, é o suficiente para provocar-lhes irritação, ainda que o animal não emita um só latido, ou miado, sendo motivo determinante para a alteração de humor dessas pessoas o fato de existir o animal no ambiente. Evidentemente, são seres humanos afetados por problemas emocionais estruturais que precisam de atenção psicológica ou psiquiátrica, a depender do grau de problemas gerados pelo comportamento patológico demonstrado em relação aos animais. Essas pessoas têm postura patológica contra esses seres, tais quais os homofóbicos, os intolerantes raciais etc.

 

Agrava-se o problema quando essas pessoas confundem as suas emoções pessoais com o exercício do munus atribuído ao Síndico do Condomínio. Eleitos, capitaneiam iniciativas para a retirada de animais do edifício, alterando as convenções,  submetendo - sem medir as conseqüências jurídicas dos seus atos - os condôminos que criam cães e gatos a constrangimentos ilegais, que podem desaguar nas delegacias de polícia se a pessoa constrangida tiver a mínima noção dos direitos que o assistem nessa relação de convivência condominial.

 

É, pois, entendimento assentado em bases jurídicas afinadas com o princípio da razoabilidade e proporcionalidade que somente incômodo extraordinário pode questionar a presença de animais em condomínios.

 

Se o cão, por exemplo, late quando seu dono chega em casa, fazendo-lhe festa por sua chegada, esse comportamento não pode ser considerado um incômodo à vizinhança. Se, da mesma forma, alguém bate à porta do apartamento e o animal late, isso não pode ser considerado incômodo extraordinário.

 

Essas situações rotineiras não constituem motivo para a retirada do cão do condomínio. São reações normais do animal que convive com seres humanos. Se assim pudesse ser considerado, certamente não haveria um só condomínio com crianças nas suas unidades, pois é corriqueiro e faz parte da vida o alvoroço de crianças brincando nos playgrounds, correndo pelas escadas, gritando e sorrindo.

 

Somente se considerariam anormais e extraordinários latidos intermitentes e constantes. Nesse caso, a hipótese não é a de se retirar o animal da unidade do condômino, mas sim de se saber qual a razão (certamente maus tratos) que estaria levando o animal a desconforto tal capaz de fazê-lo manifestar a sensação de mal estar através de latidos intermitentes. 

 

Obrigar, forçar, oprimir o condômino a retirar seu animal da sua convivência porque há pessoas no condomínio que não gostam de animais é coisa do passado, anterior a 1988, quando não existia a proteção constitucional expressa na Lei Maior do País.

 

A proibição da existência ou permanência de animais em Condomínio  há de ser enfrentada com o ajuizamento de Ação de Nulidade da Convenção Condominial por absoluta falta de amparo jurídico, pedindo-se ao Poder Judiciário uma liminar, em Ação Cautelar no Juizo Comum, ou em Processo deflagrado em Juizado Especial, para obstar os efeitos ilegais da referida Convenção.

 

Há, portanto, premissas que devem orientar a convivência com animais em condomínio:

 

A primeira é que é nula e sem efeito qualquer CONVENÇÃO CONDOMINIAL que proíba a existência, ou permanência, de animais domésticos, especialmente de cães e gatos, em condomínio.

 

A Constituição Federal, nos seus arts. 5o e 170, asseguram o direito de propriedade, podendo o proprietário, ou quem esteja na posse do imóvel, manter animais na sua unidade. E o art. 225, parágrafo primeiro, inciso VII, também da Carta Federal,  situa o animal como parte do meio ambiente e tutela juridicamente o direito deles à dignidade, vedada a prática de maus tratos.

 

É EXIGÊNCIA CRUEL OBRIGAR CÃES DÓCEIS E DE PEQUENO PORTE A TRANSITAR DE FOCINHEIRA.  CÃES BRAVOS DEVEM TRANSITAR PELOS ELEVADORES E ÁREAS COMUNS DO CONDOMÍNIO PORTANDO COLEIRA E FOCINHEIRA.

 

Os cães de grande porte e considerados bravios, devem caminhar pelos elevadores e nas áreas comuns dos condomínios com seus guardiães, sempre portando coleira e focinheira.

 

Essa exigência, porém, direcionada para cães dóceis e de pequeno porte é decisão condominial dezarrazoada que provoca desconforto desnecessário ao animal que não oferece qualquer tipo de perigo às pessoas. A rigor, decisão dessa índole, que venha a ser adotada pelas administrações dos condomínios, é inconstitucional, pois a manutenção de instrumento que dificulta a articulação, a liberdade de movimentos, impõe limitação à livre respiração e impinge desconforto e sofrimento ao animal, ainda que transitoriamente, caracteriza prática de crueldade vedada pela Constituição. É, evidentemente, uma forma de desrespeito à dignidade do animal, configurando maus tratos, que deve ser suprimida das iniciativas adotadas por síndicos e assembléias dos condomínios. 

 

Há casos em que pessoas que convivem nos condomínios oferecem perigos que um cão, ou um gato, não oferecem. São usuários de drogas, com atitudes intempestivas, imprevisíveis, violentas, portadores de armas de fogo ou armas brancas, ameaçando vizinhos e transeuntes dentro de condomínios. São pessoas insanas, portadoras de deficiências mentais, que podem a qualquer momento investir contra crianças, idosos ou mesmo seres humanos e até contra animais que se achem no mesmo recinto ou ambiente dentro do condomínio. 

 

Animais são constantes vítimas de pessoas más, que cometem crimes, como envenenamento de cães e gatos em condomínios, liderados por idéias malévolas e ilegais de síndicos que não gostam desses seres. 

 

CONFIGURA CONSTRANGIMENTO ILEGAL DECISÃO DE ASSEMBLÉIA QUE OBRIGA CONDÔMINOS A TRANSITAREM COM SEUS ANIMAIS PELAS ESCADAS, PROIBINDO-OS DE CONDUZIREM-NOS PELOS ELEVADORES

 

Quanto às proibições ilegais e abusivas do uso dos elevadores para conduzir os animais, devem ser enfrentadas também aí com a propositura de Ação Judicial. Obrigar os animais a subirem escadas é prática de crueldade, vedada pela Constituição, especialmente quando esses são portadores de doenças que possam ser agravadas com o movimento (cardiopatas, neuropatas etc), ou mesmo quanto aos animais idosos, já impedidos pela idade de subir e descer escadas.

 

É incontestável que o direito de ir e vir do guardião do animal estende-se a este. E qualquer decisão de assembléia condominial em sentido contrário, caracteriza-se como constrangimento ilegal previsto no art. 146 do Código Penal Brasileiro, além de constituir crime ambiental, art. 32, da Lei 9.605/98 (crime de maus tratos), comportando, inclusive, a adoção de providências policiais e judiciais para conter o ilícito.

 

De igual modo, as abordagens verbais ou escritas feitas por vizinhos, síndicos ou porteiros, aos condôminos que têm animais nas suas companhias, com o propósito de constranger-lhes obrigando-os a transitar pelas escadas, proibindo-os de utilizarem o elevador, configuram também constrangimento ilegal, a ser coibido com queixa policial contra o autor do fato.

 

QUANTIDADE DE ANIMAIS NAS UNIDADES. O DIREITO DE PROPRIEDADE ASSEGURA AO CONDÔMINO A MANUTENÇÃO DE QUANTIDADE QUE LHE PAREÇA RAZOÁVEL DENTRO DA SUA UNIDADE

 

A quantidade de animais dentro da unidade residencial, ou de trabalho, é algo que deve ser determinado por quem a ocupa. Se o condômino  acha que pode conviver com mais de um, ou de dois, ou de três, ou de cinco animais, é uma avaliação sua e uma decisão que lhe cabe tomar dentro do direito que detém de reger a sua propriedade, assegurado pela Constituição Federal.

 

Os vizinhos, ou o síndico, não podem interferir na vida intra proprietatis do condômino.

 

Cabe ao condômino, que mantém os animais em sua unidade, observar o asseio e a higienização do local, dispensando-lhes os cuidados necessários à saúde (vacinação, tosa e banho  regulares); cuidados médicos que lhes proporcionem conforto e bem estar; contratar pessoas para cuidar deles, de forma a que estejam sempre bem, mantendo-se a unidade em condições normais de habitação. 

PROIBIÇÃO A VISITANTES DE ACESSAREM AO CONDOMÍNIO ACOMPANHADOS DE ANIMAIS.
ILEGALIDADE

A proibição a visitantes de acessarem ao condomínio acompanhados de animais é ato inconstitucional e ilegal.

 

Configura-se aí constrangimento ilegal, ensejando pedido de indenização por dano moral, tanto ao guardião do animal, quanto ao condômino que iria receber a visita do guardião.

 

Aplicam-se a essa hipótese todos os fundamentos discorridos no corpo do presente parecer.

III – CONCLUSÃO

Concluindo,  cabe a orientação jurídica que se registra a seguir:

a) é nula e sem efeito qualquer CONVENÇÃO CONDOMINIAL que proíba a existência, ou permanência, de animais doméstico, especialmente de cães e gatos, em condomínio, vez que tal proibição afronta a Lei Maior do País, que é a Constituição Federal, onde estão tutelados juridicamente a vida e o bem estar desses seres.

b) os condôminos que se vejam violentados nos seus direitos de terem e manterem seus animais de estimação em suas unidades integrantes de condomínios devem (1) registrar queixa nas delegacias de polícia civil da jurisdição do seu bairro por constrangimento ilegal; (2) propor ação judicial, de natureza cautelar, buscando liminar para a permanência do seu animal sob sua guarda; (3) propor ação judicial ordinária para desconstituir a decisão de síndico, ou deliberada em assembléia condominial, que proíba a permanência de animais nas unidades; (4) propor ação judicial de natureza cautelar, buscando liminar para vetar proibição, emanada da administração do condomínio, da presença desses animais nos elevadores e que obriguem o trânsito apenas pelas escadas; (5) propor ação criminal por maus tratos ao animal, no caso de decisão do condomínio que o obrigue a subir escadas, proibindo-o de entrar e transitar no elevador; (6) propor ação de indenização por danos morais em decorrência do constrangimento havido por força dessa ordem proibitiva de o animal transitar pelo elevador; (7) propor ação judicial contra proibição de ingresso de visitantes acompanhados de animais; (6) propor ação de indenização por danos morais em face dessa proibição.

c) é ilegal e configura prática de crueldade a decisão de síndico, ou adotada em assembléia condominial, que obrigue a utilização de focinheira em animais domésticos de pequeno porte, dóceis, de índole pacífica, cabendo, do mesmo modo, a adoção das providências policiais e judiciais mencionadas na letra anterior.

É o Parecer, smj.

Salvador, 7 de julho de 2007

ANA RITA TAVARES

Advogada e Consultora Jurídica

OAB.BA 8131

--

Ana Rita Tavares é advogada e consultora jurídica, integrante da ONG Associação Brasileira Terra Verde Viva, em Salvador/BA. E-mail: terraverdeviva@yahoo.com.br.

Texto já publicado no site http://www.terraverdeviva.org.br/.

 

Existe sim!

Delegacia especializada em maus tratos a animais

DEMA - DELEGACIA DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
Rua S. Luiz, 265 Rio de Janeiro

Delegado: Rafael Carvalho deMenezes

Tels.: (21) 3399-3290/3298/ (21)2589-3133
fax.: (21) 3860-9030/3293

e.mail:
rafaelcarvalho@pcerj.rj.gov

Dicas do que fazer se um animal atravessar seu caminho numa pista.

Sempre vemos noticias de acidentes, muitos graves, do num piscar de olhos aparece uma vaca, um cão ou 1 jegue (muito comum no Piaui, pois as pessoas estão descartando os animais por lá, pois estão comprando motos, o que sai mais barato para eles).

Vamos lá...

1) O primeiro passo é tentar reduzir a velocidade, mas não sem antes observar pelo retrovisor se o carro que vem atrás está a uma distância segura, ou seja, de dois segundos;
2) Manter sempre uma distância segura do veículo da frente;
3) Respeitar os limites de velocidade da via;
4) Fazer revisão periódica do veículo e checar se os faróis e os freios estão em boas condições;
5) Para evitar que o animal se assuste, tente ultrapassá-lo por trás, diminuindo assim a velocidade de reação;
6) Evite buzinar ou ascender o farol alto para não correr o risco de o animal ir contra a direção do carro;
7) Ao passar por um animal, alerte os outros carros piscando os faróis;
8) Feche os vidros, passe lentamente por ele em marcha reduzida e avise o posto policial mais próximo;
9) Ficar atento às rodovias que têm canteiros centrais;
10) Redobrar a atenção quando há placas indicando a existência de animais silvestres na região;
11) Quando o acidente envolvendo um animal de grande porte como um cavalo ou uma vaca não pode ser evitado, a dica é evitar pegá-lo de frente para que ele não voe em direção ao capô. No entanto, quando a via tem mão dupla ou o motorista trafega na pista do meio, deve tomar cuidado para não colidir com outro veículo;
12) Frear quando o animal é avistado e soltar o pedal do freio no ato da colisão – caso ela seja inevitável - para que o peso se concentre na parte dianteira do carro, evitando assim que o carro fique desgovernado.
 

Fontes:

Autoban, Detran, Centro de Formação Condutores Volante e Polícia Rodoviária Federal. 

http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL366703-9658,00-VEJA+O+QUE+FAZER+QUANDO+UM+ANIMAL+INVADE+A+PISTA.html

QUANDO O SEU CACHORRO CAVOUCA

Não é só cachorro grande que gosta de procurar chineses no jardim da casa.

Teoricamente todos os cães, de todas as raças, gostam de cavoucar. O que a gente observa é que as raças originalmente desenvolvidas para um trabalho específico e que demanda muita energia, tende a cavoucar muito mais do que as outras raças. Alguns exemplos são:
Pastores Alemães, Rotties, Huskies, Beagles, Cockers, Dachshund, Labradores, Goldens, e é claro, os especialistas na arte de desencavar até o esgoto, todos os terriers.

Pra solucionar o problema dos nossos obreiros de metrô, é preciso primeiro entender porque os cachorros cavam: 

* Eles cavam para fazer suas "camas". Cães que ficam o tempo todo no jardim costumam escolher um local "predileto" para deitar e, ao mesmo tempo, tomar conta da casa toda. Nada melhor do que fazer uma "caminha" neste lugar. Puxa daqui, tira matinho dali, remove umas pedrinhas de lá, quem foi o louco que colocou esta bromélia bem no meio do meu quarto?, e pronto, temos um adorável local de repouso, com vista pro mar e totalmente decorado.

* Eles cavam porque estão entediados. Não tem ninguém com quem brincar. Provavelmente a coisa começa com aquela plantinha sem-vergonha, que balança prá lá e prá cá, convidando pra brincar. Primeiro a gente destrói a plantinha, puxando cada folhinha com a delicadeza de um hipopótamo. Depois, quando já não tem nem um cabinho pra contar a história, a gente começa a cavar para ver da onde ela (a plantinha) veio e se tem outra escondida lá dentro. Aí a gente ouve uma voz, bem baixinho, estranha, mas com certeza chamando pra brincar num lugar novinho em folha. É o tal do chinezinho. Cavando, cavando, cavando, um dia a gente chega lá. E por falar nisso, quantas coisas a gente acha no caminho, não é mesmo?

* Eles cavam para se exercitar. É justamente por isso que as raças de trabalho tendem a cavoucar mais. A maioria dos donos não exercita o ser cachorro de forma constante e suficientemente. O que fazer com toda esta energia? Bem, depois de puxar todas as roupas do varal, roer o para-choques do carro, perturbar a vida do gato, pular que nem um desvairado em cima das pessoas, só resta cavar o jardim atrás de um tesouro do pirata.

* Eles cavam para ficar fresquinho. Especialmente as raças do rio e as calorentas. Cavando eles conseguem achar uma terra mais fresquinha e úmida, melhor só na praia. Se estiver muito frio eles também podem cavar para ficar mais quentinhos, já que enroladinhos num buraquinho é mais fácil de controlar a temperatura. Exatamente como os Huskies, Samoiedas e Malamutes fazem na neve.

* Eles cavam para esconder a comida rara de aparecer (aquele osso mensal, talvez), ou quando tem muita "gente" para disputar um biscrock e a barriga ainda está cheia. Nem todos os cachorros enterram seus pertences preciosos, embora este ritual faça parte dos instintos ancestrais. Cachorros que gostam de enterrar coisas, enterram biscoitos, brinquedos, sapatos, carteiras, celulares, ou quase tudo que eles puderem ter acesso. É lindo quando eles são pequenininhos, mas um desespero quando eles ficam grandinhos.

* Eles cavam pra trabalhar. A teoria de todo Terrier é: se não posso ser desentocador de raposas, vou ser arqueólogo e achar um dinossauro ENORRRRRRRRRRRRME, só para mim. :-P É que nem ser aviador: tá no sangue e não há nada que vá faze-los mudar de idéia.

* Eles cavam para escapar. Claro, um dia você leva o seu peludão para passear no "Baixo Totó". Deixa ele tomar umas biritas, mexer com umas cadelinhas, surfar nas ondas, e depois nunca mais. O cão pede a chave do carro emprestada, e você nada! Pede pra sair com uns amigos sábado à noite,e você manda ele voltar antes das 10 da noite. Ele pede pra dormir na casa da namorada, e você diz que não porque ela não é de boa família. Até eu fugia! Falando sério, machos tendem a cavar perto das cercas para fugir, mais do que as fêmeas. Provavelmente tudo começa com um espírito mais independente, e um cheirinho de cadela no cio também não ajuda nada.

* Eles cavam porque tem um bichinho no jardim. Em alguns casos o seu jardim tem camundongos (só não vou dizer rato que é pra não assustar os mais sensíveis B-D). Você ainda não sabe, mas o seu cachorro já sentiu o cheirinho deles. As vezes o ratinho ainda está no terreno baldio do lado, mas o peludão quer acabar com este intruso o mais rápido possível.

Soluções? Bem, depois que o cachorro começa a cavar e adquire o hábito, fica MUITO difícil de corrigir o problema. Em alguns casos é só "dar" aquilo que ele precisa. Ou seja, mais exercício; uma casinha ou abrigo, com um paninho pra ele empurrar pra lá e pra cá e fazer a cama do jeito dele; reservar um horário, todos os dias, para brincar com o totó; acabar com os roedores;

Se isso não bastar existem outras técnicas "mais drásticas" para tentar recuperar o cachorrão. 

* Crie um caminho para ele passear pelo jardim e cerque as plantas com seixos rolados (pedras redondas e de vários tamanhos). Cães detestam pisar em superfície irregular.

* Deixe o buraco fedorento. Ponha um pouco do próprio cocô do cachorro dentro do buraco e tampe. Poucos cachorros irão continuar cavando naquele lugar depois de achar os "presentinhos" uma meia dúzia de vezes.

Que tal um banho? Enterre parte da mangueira (com a ponta virada pra cima) dentro do buraco e fique perto do registro de água. Quando o cachorrão estiver chegando perto é só abrir a torneira e assistir ao susto.

* Você também pode dar o banho. Leve o jornal para o jardim e sente-se com a mangueira do lado. Se o peludo tiver a audácia de começar a cavar na sua frente ligue o jato d'água enquanto diz NÃO, e mostre a ele o que é um Lava-a-Jato.

* Reserve um cantinho onde ele possa cavar e ensine o comando "CAVA-CAVA". Alguns cachorros se dão por satisfeitos com tamanha gentileza.

* Banque o político brasileiro. Acabe com a obra do metrô, porque foi um outro prefeito quem começou e você não vai ter tempo de inaugurar a obra na sua gestão. Ponha um pedregulho dentro de cada buraco e jogue um pouquinho de terra por cima. É difícil encontrar um cachorro com as ferramentas necessárias para quebrar brita. A grande maioria desiste do emprego.

 

 

Claudia Pizzolatto
"Professional Dog Trainer"
Lord Cão - Treinamento de Cães
E-mail da APASCS: apascs@apascs.org.br  Assinar: assinar-apascs@grupos.com.br  Cancelar assinatura: cancelar-apascs@grupos.com.br  Fundador do Grupo: fundador-apascs@grupos.com.br   

Ligue, denuncie.

De acordo com Paiva, as denúncias sobre maus-tratos a animais correspondem à metade das ligações feitas à Linha Verde do Ibama. Somente no Distrito Federal, pelo menos cinco pessoas denunciam esse tipo de agressão por dia. "Esse número nem representa a realidade, pois muita gente nem chega a denunciar", comenta.


O telefone da Linha Verde é 0800-61-8080. A ligação é gratuita de qualquer lugar do Brasil

Por um mundo melhor para homens e animais!

Comércio ilegal de cães e gatos: como denunciar

Quanto mais embasada for uma denúncia, mais chances ela tem de se tornar uma ação efetiva. Provas, como registros de imagem e áudio, que provem que a infração foi cometida são essenciais, mas é preciso não se expor para consegui-las. Quanto mais pessoas denunciarem, melhor, pois o volume permite que o poder público perceba que existem muitos cidadãos incomodados com a situação.

Veja a seguir como denunciar criadores, pontos de venda e feiras de animais que não estejam de acordo com a Lei 14.483/07 que cria regras para o comércio de cães e gatos no município de São Paulo:

Centro de Controle de Zoonoses (CCZ): Pet Shops, Canis e Gatis
Para denunciar pet shops, canis e gatis que não estejam dentro das normas estabelecidas pela legislação, deve-se recorrer ao CCZ que fica na Rua Santa Eulália, nº 86, em Santana, na Zona Norte de São Paulo (veja mapa).

As denúncias também podem ser realizadas por outros meios (tenha sempre em mãos todos os dados sobre a irregularidade, como endereço do comércio ou do canil, etc.), veja a seguir:

1. Pelo SAC (Serviço de Atendimento ao Cidadão) da Prefeitura na Internet no endereço http://sac.prefeitura.sp.gov.br/.

2. Pelo telefone 156.

3. Pelo telefone e e-mail do CCZ:
Telefone: (11) 2224-5500
e-mail: zoonoses@prefeitura.sp.gov.br

4. O cidadão também pode também pode recorrer a uma das SUVIS (Supervisão de Vigilância em Saúde), que são unidades descentralizadas da COVISA.

O seguinte link traz uma relação da localização das SUVIS:

Localização das Suvis

Se as denúncias não forem atendidas num espaço de tempo razoável é possível recorrer à Ouvidoria da Secretaria da Saúde. As reclamações podem ser feitas no próprio local, por telefone ou por e-mail:

Endereço: Rua Santa Isabel, nº 181, 1º andar, na Vila Buarque (veja o mapa).
Horário de funcionamento: das 9 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.
Telefone: (11) 3333-2142 / 3361-4443 / 3361-4445
e-mail: ouvidoriasaude@prefeitura.sp.gov.br

A Prefeitura também possui uma Ouvidoria Geral, à qual pode-se recorrer quando as reclamações e denuncias não são atendidas em outras instâncias. As denúncias e reclamações também podem ser feitas pessoalmente ou por telefone:

Endereço: Avenida São João, 473, 16º andar, no Centro (veja o mapa).
Telefone: 0800-175717 das 9h às 17h.

Subprefeituras: Feiras Ilegais
Conforme a nova Lei, os pontos de venda clandestina de cães e gatos, como praças, ruas, avenidas, entorno de parques públicos devem ser denunciados para as subprefeituras.

O SAC e o 156 também são indicados esses casos, assim como as denúncias pessoais em cada uma das subprefeituras na Praça de Atendimento (é importante levar o maior numero de informações possíveis, como o endereço correto e os dias em que o comércio costuma ser realizado, e se possível, provas documentais).

No link abaixo você pode acessar uma relação completa dos endereços, e-mails e telefones de todas as subprefeituras da cidade de São Paulo:

Endereço e contatos das subprefeituras

Caso suas denúncias não sejam atendidas, recorra à Ouvidoria Geral da Prefeitura (veja acima). Reclamações sobre atendimento nas subprefeituras não devem ser enviadas para a Saúde, que responde a outra Secretaria.

Fonte: adaptado do material fornecido pelo autor da lei.

Tratamento espírita vira esperança para donos de animais doentes

Aos poucos , com esforço, a coisa vai mudando...

Centro espírita na Zona Norte de SP cuida de animais
Tratamento espiritual, no entanto, não dispensa ida ao veterinário.

                               Foto: Divulgação

Qualquer animal pode ser submetido ao tratamento espiritual. (Foto: Divulgação)

Donos de animais com fraturas, câncer ou que sofrem de ansiedade têm encontrado no centro espírita Vicente Cerverizo, na Vila Medeiros, na Zona Norte de São Paulo, uma ajuda para atravessar o momento difícil. O lugar é o único do Brasil que se tem notícia que oferece tratamento espiritual a animais de estimação. A afirmação é do veterinário Marcel Benedeti, presidente da Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama).

Segundo ele, quaisquer animais são passíveis de tratamento espírita "uma vez que todos são seres que merecem atenção. Não importa se são cães, gatos, aves, suínos, bovinos ou eqüinos", afirma Benedeti, que, apesar de ser veterinário, não mistura o trabalho do médico com o do espírita. 
 
 
"Não é permitido tocar no assunto relacionado à medicina veterinária nem que alguém ali no trabalho é veterinário. Não lemos receitas e nem damos opiniões a respeito de tratamentos médicos que os animais recebem. Portanto, ali dentro, não existem veterinários e pacientes veterinários, mas apenas espíritos necessitados de auxílio", esclarece.

Benedeti conta que todos no grupo espírita são vegetarianos. Os donos dos animais são chamados de tutores. "Não chamamos de donos, pois acreditamos que os animais não são objetos para terem donos", justifica. 
 

Em busca de quê


O perfil dos mascotes que são levados ao centro é bem parecido. Eles chegam lá depois de terem passado por diversos tratamentos "físicos" sem sucesso. "As pessoas recorrem ao tratamento espiritual como meio de aliviar o sofrimento dos animais", diz Benedeti, que costuma receber principalmente animais desenganados ou que foram recomendados para eutanásia. "É o último recurso", diz ele.

Os donos também têm algo em comum. "São pessoas sensíveis, que se preocupam com o bem-estar de seus animais", observa Benedeti, que complementa: "Não fazemos distinção entre tutores quanto à religião", diz. No local, são bem-vindos católicos, evangélicos, judeus, umbandistas e, naturalmente, os espíritas. 
 
                           Foto: Divulgação

Animais acompanham a palestra com os seus tutores antes do passe. (Foto: Divulgação)

O veterinário Francisco Cavalcanti de Almeida, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária, não vê problemas em o dono submeter o seu bichinho de estimação a um tratamento espiritual. O que não pode, afirma ele, é o animal deixar de ser levado ao veterinário.

'Para qualquer ser vivo, existe uma enfermidade e o seu tratamento médico específico. O veterinário é o profissional capacitado para detectar qualquer sintoma ou doença e até realizar a prevenção", afirma Almeida. 
 

Animais desenganados

 
O aposentado Mário da Conceição, de 75 anos, conheceu o tratamento espiritual depois que encontrou na rua o setter irlandês Caramelo. "Levei ele para o veterinário, que constatou que Caramelo tinha problema no coração, no fígado, não enxergava e não ouvia direito e também não se firmava nas patas traseiras. Ele viveria por pouco tempo", relembra.

O cachorro, que já devia ter cerca de 12 anos quando foi achado, foi tratado com um veterinário homeopata e, com o tempo, apresentou melhora. Paralelamente ao tratamento, Mário levava Caramelo ao centro espírita.

"A fila do passe depende do estado de saúde do animal. No começo, ele passava na frente. Depois, ele passou a entrar na fila como todos os outros. Antes, eu carregava ele no colo do carro até a sala. No fim, ele já descia do carro sozinho", relembra.

Caramelo morreu em outubro do ano passado, mas Mário não deixou de frequentar o centro. O aposentado é responsável por outros três cães: Judite, que mora com ele, e Pretinho e Branquinho, que moram em uma pet shop mas saem para passear todos os dias com o tutor.

Quem também costuma frequentar o centro é o aposentado Antônio de Andrade, de 81 anos, dono de Diana e Juruna, um casal de fila brasileiro. A fêmea vem sendo submetida a um tratamento veterinário contra câncer há seis meses, período em que também passou a ir ao centro na Zona Norte.

Na semana passada, no entanto, Diana perdeu o movimento das pernas. "Tentei erguê-la, mas não adiantou". Agora, o tratamento espiritual da cadela será à distância. Sim, o grupo espírita também atende, a pedido do tutor, animais doentes que não podem ir até o centro.
 

Palestra que antecede o passe dura cerca de 30 minutos. (Foto: Divulgação)

Por onde começar


Tutores que se interessaram pelo tratamento devem começar fazendo um cadastro na Asseama. É preciso informar nome, endereço, raça, sexo e idade do bicho de estimação, para, depois, dar detalhes sobre o problema que aflige o animal. Neste momento, a pessoa se compromete a não comer carne nem oferecê-la ao mascote no dia marcado para o tratamento.

Chegando ao centro, o tutor passa por nova entrevista e, em seguida, é encaminhado à sala de palestras. "Esta é a parte mais importante do tratamento. É neste intervalo de reserva e reflexão, quando as pessoas ouvem do palestrante orientações evangélicas, que a equipe espiritual procede ao tratamento dos animais e do tutor", descreve Benedeti.

Após a palestra, que dura cerca de 30 minutos, o animal e o seu acompanhante entram em uma sala onde são submetidos a um tratamento por imposição de mãos durante um minuto. "Geralmente, pede-se para retornarem depois de algum tempo, que pode ser entre sete a 30 dias".

Serviço :
Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama), tel. (11) 2071-2590.
 
 

Quem ajuda amigo é!


Cão ajuda na recuperação de crianças internadas

 



(Foto Ilustrativa) Labrador "Doutor Chico" faz visitas semanais a "pacientes mirins" em Guarulhos  - SP

Todas as sextas-feiras, a cena se repete. "Doutor Chico" veste seu avental branco para percorrer a enfermaria e atender os pacientes que estão internados no Hospital Municipal da Criança, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.

 

A visita é feita de quarto em quarto e serve para auxiliar na recuperação das meninas e meninos que estão no local. O trabalho tem a colaboração do adestrador Robson Dertinatti, que é proprietário do "Doutor Chico" – um labrador preto de dois anos e sete meses.

 

"Está comprovado cientificamente que a zooterapia [terapia realizada com a presença de bichos] aumenta a autoestima e ajuda na recuperação da saúde das pessoas", diz Robson Dertinatti, que há cinco anos desenvolve ações voluntárias em asilos e orfanatos da cidade. Segundo o adestrador, o animal serve como uma espécie de canal de amor e de cura para os pacientes, especialmente no caso das crianças.

 

"Com a visita do 'Doutor Chico', procuramos reproduzir o ambiente do lar. Ao fazer isso, conseguimos acelerar o processo de cura e, consequentemente, diminuímos o período de permanência da criança no hospital", afirma a médica e diretora do Hospital Municipal da Criança, Heloísa Helena Sampaio.

Jamir Kinoshita

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Informações para a imprensa:

Jamir Kinoshita – (11) 9905 1396

Giselle Hoffmann – (11) 8636 9370

Ana Carolina Esmeraldo – (11) 9271 1239

Ex-Libris Comunicação Integrada – Tel.: (11) 3266 6088 ramais 228 / 234 / 224

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Conheça mais nestes interessantes links e contatos sobre Zooterapia e Atividade, Educação e Terapia assistida por animais.

http://www.adestradorabasica.com.br/index.php?lingua=1&pagina=zooterapia
http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=176837&id_secao=18

Vai?

Vai viajar?

Nessas horas é que surge a dúvida cruel: levo ou não o cachorro (ou gato)? Devemos analisar cada caso e cada animal. Levemos em consideração alguns pontos:

Distância: viagens muito longas são bastante estressantes para o animal. A mudança de ambiente também é um fator de estresse. Muitos cães ressentem-se da viagem e estranham o novo local. Podem ocorrer episódios de diarréia e/ou inapetência. Mas rapidamente o animal se adapta às novas condições. Os gatos estranham muito mais um novo ambiente do que os cães. Regra geral: evitar viagens muito longas.

Clima: viajar com o animal no verão, principalmente de carro, é algo preocupante. O cão e o gato não suam, e a temperatura corpórea irá se elevar muito em ambiente fechado (por ex.: viagens de carro). Se for levar o animal, programe viajar em horários mais frescos, e pare freqüentemente para oferecer-lhe água.

Meio de transporte: os mais comuns são o carro e o avião. Nem todas as empresas de ônibus aceitam levar animais. Se a distância for grande, mas a viagem for feita por via aérea, o problema diminui. Os cães e gatos viajam bem de avião, porém, existem regras impostas pelas companhias aéreas que devem ser conhecidas com antecedência como:dimensões e tipo de caixa de transporte, necessidade de sedação, reserva, número de animais por vôo, etc..

Idade e condições de saúde: evite viajar com animais idosos, principalmente aqueles cujas condições de saúde requerem cuidados (animais cardiopatas, p.ex.). Animais com menos de 4 meses que ainda não completaram a vacinação, só devem viajar em caso de necessidade e não devem ficar expostos a outros animais ou à rua.

Analise esses aspectos e decida:

O animal vai!
Escolha o meio de transporte baseando-se na distância. Viajar de avião é menos estressante para o animal do que passar várias horas dentro do carro.

De avião:
Documentos: para embarcar em viagens nacionais ou internacionais você precisa de: atestado de saúde fornecido pelo veterinário (no máx. 3 dias antes da viagem) e Certificado de vacinação anti-rábica (a vacinação deve ter sido feita 30 dias ou mais antes da viagem).

Para viagens nacionais, a partir de julho de 2006, cães e gatos foram dispensados da emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), bastando atestado de saúde e de vacinação.

No caso de viagens para o exterior, de posse desses documentos, o proprietário deverá ir ao Ministério da Agricultura, que lhe fornecerá um atestado Certificado Zoo Sanitário Internacional. Para viagens fora do país, também é necessário informar-se no Consulado do país de destino quais as exigências para a entrada do animal. Alguns países aceitam apenas o atestado do Ministério da Agricultura ou exigem um visto consular para a entrada do animal. Há países que exigem que o animal cumpra um período de quarentena no aeroporto. Países da Europa em geral, solicitam um exame sorológico para confirmação da vacinação anti-rábica, que deve ser feito com bastante antecedência. Há restrições quanto ao número de animais que estão imigrando em alguns países. Portanto, informe-se antes para evitar surpresas no desembarque.

Obs. Para entrar com um animal no Brasil, há necessidade do Certificado Zoo Sanitário Internacional e do Visto consular.

Onde o animal será transportado: na maioria das companhias, o animal irá no compartimento de carga dentro de uma caixa de transporte, cujas medidas e características variam com a companhia aérea. Informe-se do tipo de caixa e medidas antes de comprá-la. Algumas companhias permitem que os animais viajem com os donos. Raças pequenas e gatos são tolerados junto com os passageiros, em alguns casos. Há restrições quanto ao número de animais por vôo, portanto, deve-se fazer uma reserva para viajar com o animal.

De carro:
Documentos: legalmente, para você transportar um animal em viagens rodoviárias interestaduais, você precisa da mesma documentação necessária para viagens aéreas, ou seja, carteira de vacinação anti-rábica e atestado de saúde.

Onde o animal será transportado: sempre no banco de trás e com a cabeça dentro do veículo. O motorista pode ser multado se o cão estiver na janela do carro ou sozinho no banco da frente. Pode ser usada caixa de transporte, desde que a temperatura não esteja elevada. No caso de gatos, o uso da caixa de transporte é indicado para diminuir o estresse do animal. Os animais não podem ser transportados soltos dentro da caçamba de veículos utilitários (caminhonetes, pick-ups, etc.). Existem cintos de segurança para cães em lojas especializadas (pet shops).

Muitos animais costumam vomitar com o movimento do carro. Consulte o veterinário quanto a medicar o cão contra vômitos antes da viagem. Não alimente o cão ou gato antes de viajar. Leve água e faça paradas regularmente.

O animal fica!
Em alguns casos, deixar o animal é bem menos estressante. Se tiver alguém conhecido com quem ele possa ficar, melhor ainda. Se não tiver, existem hotéis para cães e gatos que aceitam os animais desde que estejam com a vacinação em dia. Procure referências do hotelzinho onde você irá deixar o seu cão. Conheça antes as instalações. O ideal é que o cão tenha espaço para circular dentro do canil, e uma área para ele se exercitar e tomar sol. Leve a comida que ele está acostumado, brinquedos e a "cama" dele. Isso diminuirá o estresse de mudança de ambiente. Alimentação fornecida pelo hotel pode causar diarréia. Deixe o telefone do seu veterinário no canil/hotel, para casos de emergência.

O animal irá sentir falta do dono nos primeiros dias, mas se for tratado com carinho, ele se acostumará a essa situação provisória.


Silvia C. Parisi
médica veterinária - (CRMV SP 5532)


Vida de cão...
www.vidadecao.com.br

http://www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=viagem.htm

Contato com cães libera hormônio ligado ao amor

 
 
 
Experiências vividas com cachorros liberam a oxitocina, hormônio da paixão e da amizade
Experiências vividas com cachorros liberam a oxitocina, hormônio da paixão e da amizade
 

Adotar um cão como animal de estimação é semelhante a ter filhos, afirmam cientistas. As experiências emocionais vividas pela companhia dos cachorros são equivalentes às da paternidade, segundo aponta uma pesquisa publicada na última edição da revista Hormones and Behaviour. As informações são do jornal britânico Telegraph.

Os pesquisadores descobriram que quando donos de cachorros brincam com os animais, liberam um hormônio ligado à sensação existente no cuidado infantil. Chamado de oxitocina, o hormônio está associado ao sentimento de amor, amizade e paixão, atenuando o estresse e a depressão.

A descoberta foi feita por estudiosos da Universidade de Azuba, no Japão, que recrutaram 55 pessoas. Os voluntários tiveram os níveis de oxitocina da urina analisados 30 minutos após brincarem com seus animais de estimação.

Os cientistas também verificaram a influência do contato visual dos proprietários de cães na liberação do hormônio. Nos testes, metade dos voluntários permaneceu cerca de 20 minutos sem poder olhar diretamente para seus bichos, Em seguida, eles puderam olhar nos olhos dos seus animais.

Após o experimento, os cientistas constataram que o nível de oxitocina dos voluntários havia aumentado em cerca de 20% apenas dois minutos e meio após voltarem a ter contato visual com seus bichinhos.

Com base na avaliação, Takefumi Kikusui - que realizou a pesquisa em parceria com o biólogo Miho Nagasawa -, disse que um aumento no nível do hormônio poderia explicar porque brincar com cães pode melhorar o humor e até mesmo atenuar os sintomas de ansiedade e depressão.

Acredita-se que a oxitocina pode ter desempenhado um papel fundamental na domesticação de cães e lobos, cerca de 15 mil anos atrás. "A razão que me fez essa investigação é porque eu sou um grande amante de cachorros e senti que algo muda no meu corpo quando eu estou em contato com meu cão", afirmou Kikusui.

"Talvez durante o processo evolutivo, seres humanos e cães tenham vivido juntos para compartilhar experiências sociais, tais como o contato visual e gestual. É por isso que cães podem adaptar-se à sociedade humana", complementou o cientista.

Um estudo anterior descobriu que os seres humanos aumentam os níveis de oxitocina ao olharem para fotografias de pessoas queridas com mais freqüência.

 

Cachorro não é brinquedo, sente frio, fome e medo!

CACHORRO NÃO É UM BRINQUEDINHO QUE SE PODE JOGAR FORA COMO SE NÃO TIVESSE VIDA. ANTES DE TER UM ANIMAL, PENSE NISSO. SE POSSÍVEL DECORE PRA NUNCA ESCORREGAR.

- FILHOTES CRESCEM, NÃO FICAM PEQUENOS PRA TODA VIDA, ASSIM COMO AS CRIANÇAS. PENSE NO ESPAÇO ANTES, BEM ANTES! PQ FILHOTES CRESCEM RÁPIDO. LABRADORES FOFINHOS E OUTROS CÃES FICAM ENORMES E PRECISAM DE MUITO ESPAÇO. DEPOIS NÃO DESCARTE DIZENDO QUE ELE "CRESCEU MUITO". SE VC TEM UM FILHO MENOR E ACHA NORMAL ABANDONAR, ENTÃO IMAGINE-SE  POR UM MOMENTO FAZENDO ISSO COM ELE.PQ SEU FILHO TAMBÉM VAI CRESCER.

- O FILHOTE COMEU O CHINELO? EU NÃO DISSE QUE ADOTAR UM ANIMAL ADULTO DAVA MENOS TRABALHO? SÓ TENHA UM FILHOTE SE VC TIVER A PACIÊNCIA DE QUEM CUIDA DE UM BEBÊ HUMANO. CRIANÇAS TB QUEBRAM COISAS E RABISCAM PAREDES. MAS VC SABE QUE QUANDO CRESCEREM AS COISAS VÃO MUDAR. COM OS ANIMAIS É A MESMA COISA.

- CRIANÇAS "ADORAM" ANIMAIS...ANTES DE COMPRAR POR IMPULSO DURANTE UM PASSEIO AO SHOPPING, PENSE SE VC TAMBÉM GOSTA E SE ESTÁ DISPOSTO A TER TRABALHO, CUIDAR, LIMPAR, ALIMENTAR E AMAR. ANIMAIS FAZEM XIXI E COCÔ, ASSIM
COMO OS HUMANOS.ADORAM PASSEAR TB. NAS RUAS HÁ MUITOS ANIMAIS ABANDONADOS PORQUE OS FILHINHOS ENJOARAM DO BICHINHO QUE O PAI COMPROU. CRIANÇAS QUE "ENJOAM" MUITO FÁCIL DOS PRESENTINHOS, SÓ DEVEM GANHAR CARRINHO OU BONECA. E CACHORRO NÃO É BRINQUEDO, LEMBRA?

- SEU FILHO ADORA "BRINCAR" COM O CACHORRO: JOGA, CHUTA, ENFORCA E VC ACHA BONITO E SE DIVERTE. O QUE VC ACHARIA DE ALGUÉM FAZENDO ISSO COM O SEU FILHO PEQUENO QUE TB É UM SER INDEFESO E SENTE DOR? UM DIA A VIDA ENSINA, DÁ O TROCO, E VC PODE NEM ESTAR POR PERTO...

 
-FILHO ALÉRGICO? ENTÃO TIRE DA SUA CASA AS CORTINAS, OS TAPETES, OS BRINQUEDOS CHEIOS DE POEIRA. QUEM SABE SE O PROBLEMA NÃO É O SEU PRÓPRIO CIGARRO. NÃO COMECE SE LIVRANDO DO CACHORRO. NÃO JOGUE TODA A CULPA EM CIMA DELE. ANIMAIS COSTUMAM FAZER PARTE DA CURA
E NÃO DA DOENÇA. É POR ISSO QUE EXISTEM TERAPIAS COM ANIMAIS EM HOSPITAIS E O RESULTADO É BASTANTE POSITIVO. COMECE SE LIVRANDO DO QUE NÃO TEM VIDA, E PARE DE FUMAR.
 
-CACHORROS NÃO SÃO
COMO ROUPA QUE ENTRAM E SAEM DA MODA. NÃO SE TEM UM CACHORRO PQ TÁ NA MODA ESTA OU AQUELA RAÇA. QUEM ACHA QUE ELES SÃO COISAS DEVE COMPRAR UM DE PELÚCIA. O DA MODA AGORA É URSINHO. QUANDO SAIR DA MODA, JOGUE NO LIXO (DE PREFERÊNCIA RECICLE). BICHO DE PELÚCIA NUNCA VAI SOFRER ( E TAMBÉM NUNCA VAI TE AMAR, MAS TALVEZ VC NEM REPARE).

- CACHORRO NÃO É PRESENTE.NEM DE ANIVERSÁRIO, NEM DE DIA DAS CRIANÇAS, NEM DE
NATAL, NEM DE DIA NENHUM. PRESENTEIE COM COISAS. NÃO SÃO TODAS AS PESSOAS QUE ESTÃO DISPOSTAS A CUIDAR DE UMA VIDA. ÀS VEZES MAL CUIDAM DA PRÓPRIA. SE O ANIMAL NÃO FOR BEM VINDO PELO PRESENTEADO (OU PELOS DONOS DA CASA) VC COLOCOU O BICHINHO NUMA GELADA. O QUE SERÁ DELE AGORA? VC VAI LEVÁ-LO PRA SUA CASA?

- VC AINDA NÃO TEM FILHOS? CACHORRO NÃO É BRINQUEDO E NEM FILHO. ALGUNS CASAIS SUPREM SUAS CARÊNCIAS COM UM ANIMALZINHO. QUANDO VEM UMA GRAVIDEZ, O FILHINHO MAIS VELHO GANHA O OLHO-DA-RUA. SE VC NÃO É CAPAZ DE AMAR EM CONJUNTO O BEBÊ QUE VAI CHEGAR E O ANIMAL QUE SEMPRE FOI SEU COMPANHEIRO, ENTÃO NÃO TENHA BICHO NENHUM. TENHA SÓ O SEU FILHO E EDUQUE-O BEM. TENTE MOSTRAR QUE TODOS OS SERES VIVOS MERECEM SER AMADOS.

-COSTUMA VIAJAR
E QUER TER UM ANIMAL? ENTÃO TENHA CERTEZA QUE PODERÁ LEVÁ-LO JUNTO COM VC OU QUE PODERÁ PAGAR UM HOTELZINHO OU ALGUÉM PRA CUIDAR DELE NA SUA AUSÊNCIA. SE VC ACHA QUE BICHO NÃO PASSA FOME, NEM FRIO E NEM MEDO, EXPERIMENTE FICAR SÓ UM DIA SEM COMER, SEM BEBER E DEPOIS DURMA NO QUINTAL, NO CHÃO FRIO. VEJA O QUANTO É BOM.
 
-VC NÃO QUER MAIS O SEU ANIMAL? (
COMO ASSIM, "NÃO QUER"??). ENTÃO NÃO DOE PARA O PEDREIRO NEM PARA A SUA EMPREGADA. CASTRE-O (JÁ DEVERIA TER CASTRADO HÁ MUITO TEMPO) E PROCURE UM ÓTIMO DONO PRA ELE(A). ELE NÃO INVADIU SUA CASA. ESTÁ LÁ PQ VC O PÔS.
ELE NÃO VAI ENTENDER E VAI SOFRER
SE NÃO FOR RECOLOCADO NUM ÓTIMO LAR. E LEMBRE-SE: SE NÃO QUIS ESTE, FAÇA O FAVOR DE NÃO QUERER MAIS NENHUM.

-SEU ANIMAL FICOU VELHO? NÃO É MAIS TÃO BEM DISPOSTO? CUIDE DELE ATÉ O FIM. DÊ QUALIDADE DE VIDA E TENHA PACIÊNCIA. AME-O SEMPRE. HÁ MUITOS SERES HUMANOS IDOSOS ABANDONADOS EM ASILOS FÉTIDOS, DOENTES E ESQUECIDOS PELA PRÓPRIA FAMÍLIA. MORREM SE PERGUNTANDO O QUE TERIAM FEITO PRA MERECER ISSO OU AQUILO.
ESQUECEM-SE DE QUE NA VIDA TUDO TEM VOLTA.


(Escrevi esse texto para a Cachorrolândia. Querendo divulgar, não se esqueça de mencionar a fonte: www.cachorrolandia.nafoto.net )

Seu cão e gato salvando vidas, já pensou?

Você sabia que existem hemocentros para cães e gatos?

É isso mesmo. Seu cão ou gato pode ajudar a salvar vidas!!!

Condições para ser doador:
- Cães e gatos entre 1 e 8 anos
- Cães acima de 27kg e gatos acima de 4,5kg
- Animais vacinados e vermifugados (não precisa ser castrado)
- Não estar prenhe
- Não ter passado por procedimento cirúrgico recente
- Estar clinicamente saudável
- Apresentar comportamento dócil
- Controle contra pulgas e carrapatos
Vantagens de ser um doador
- Avaliação da condição física gratuita
- Exames laboratoriais como hemograma completo, perfil bioquímico e sorologia para as principais doenças infecciosas transmitidas pelo sangue
- Além disso, ele estará contribuindo para salvar muitas vidas
Onde doar?

SP
Faculdade Anhembi/Morumbi
Rua Conselheiro Lafaiete,64.
Brás, São Paulo-SP. Fones: 2790-4693 ou 2790-4642.
Renal Vet São Paulo
Telefone: (11) 3875-2666
Endereço: Rua Heitor Penteado, 99.
Sumaré
São Paulo - SP
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo
Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87 CEP 05508 270 - Cidade Universitária
São Paulo/SP

RJ
Hemopet
LOCAL: Rua das Laranjeiras, 84 - Largo do Machado - Rio de Janeiro
Luciula – (21) 7855-8898 id: 83*31055 / Roberta – (21) 7854-5433 id: 83*30226.

RS
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Faculdade de Veterinária da UFRGS
Av. Bento Gonçalves, 9090 – Bairro Agronomia - Porto Alegre, RS – Brasil CEP: 91540-000
Fone: +55 (51) 3316-6099 Fax: +55 (51) 3316-7305

"Calar diante do sofrimento alheio, é covardia.Calar diante da injustiça, é fraqueza". Maltratar animais é crime! Denuncie!

Receita contra carrapatos - NATURAL‏

Receita contra carrapatos
Solução de erva cidreira
A erva-cidreira também é chamada de capim limão ou capim cidreira.

A sua eficácia é comprovada. Não sei, ao certo, qual a função da erva-cidreira, porém o álcool é utilizado para extrair a substância ativa da erva-cidreira e servir como veículo da solução. Já o sal tem a função de secar o carrapato, matando-o.

COMPONENTES DA FORMULA
1 litro de álcool
Erva-cidreira picada numa quantidade que ocupe 1/2 litro daquele álcool.
5 colheres de sal de cozinha
10 litros de água

MODO DE PREPARAR
Coloque a erva cidreira picada de modo a que ocupe 1/2 litro deste álcool, de forma a sobrar os outros 1/2 litro. Pode deixar tudo num frasco fechado por 24horas. Essa sobra do álcool é para que a erva cidreira não absorva todo ele. No dia seguinte é só misturar em 10 litros de água e 5 colheres de sal de cozinha e pulverizar os animais, 2 vezes por semana.

FORMA DE UTILIZAÇÃO
Pode ser usado de qualquer forma conhecida: pulverização, banho etc.

CONTRA-INDICAÇÃ O
Não tem contra indicação

EFEITO
Morte do carrapato. Ele “secam” em horas..

Divulgue também!

 

Uma nova maneira de ajudar cães e gatos. 

 Visite estes sites:

(sp) http://www.amigosdosbichos.com.br/ 

(sp) http://www.luzdosbichos.com.br/ 

(sp) http://www.paraisodosbichos.com.br/ 

(sp) http://www.pazdosbichos.com.br/

(es) http://www.carinhoanimal.com.br/   

(rj) http://www.maedosbichos.com.br/ 

(rj) http://www.gatocarinhoso.com.br/

(rs) http://.www.bichoalegre.com.br/

Felicidade Animal divulga, dentro da disponibilidade de espaço do site, abrigos, associações, sociedades e projetos exclusivamente de proteção animal. http://www.felicidadeanimal.com.br/

Meu peludo está gripado,e agora?

 
Animais de estimação também podem pegar doenças de inverno
 
 
A época fria do ano chegou, alterando a rotina dos bichos de estimação e de seus donos. Como os seres humanos, os animais sofrem com as baixas temperaturas e com uma doença típica da estação: gripe.

No mundo canino, ela é chamada de traqueobronquite infecciosa canina (ou tosse dos canis). É a doença de maior incidência nesta época do ano. Para gatos, o nome do perigo é rinotraqueíte. A transmissão se dá por via respiratória, sempre entre seres da mesma espécie. O tratamento é simples, estruturado em analgésicos e anti- inflamatórios.

Atenção aos sintomas. Se o pet apresentar tosse seca, como se fosse engasgar, nariz escorrendo, infecção ocular, falta de apetite e está quieto demais, provavelmente ele está gripado.

Gripe hoje não causa maiores preocupações. "Existem vacinas que protegem os bichos por um ano", diz a veterinária Fernanda Dutra Nicacio, 24. A primeira imunização exige uma segunda aplicação, que é feita 21 dias depois da primeira dose.

Há dois anos, a gerente administrativa Ana Paula Quiñones, 26, viu suas duas cadelas ficarem gripadas ao mesmo tempo. Luna, uma golden retriever, caiu doente dias depois que a pinscher Pepe apresentou os sintomas. "Percebi que algo estava errado quando ficaram quietas por dois dias e tossiam com frequência. O veterinário me explicou que elas deviam ter contraído o vírus de cães que vivem soltos nos arredores", conta. Vacinada, a dupla não teve mais gripe.

Campanhas de prevenção tentam atingir um público que ainda carece de informação, como o bancário Márcio Campanelli Moreira, 34. Suas duas cadelas bichon frisé, Daphne e Emily, não estão protegidas contra a gripe. "Eu nem sabia dessa vacina."

Já levar os pets para passear no inverno pode ser um drama. Ventos frios, chuva e poças d'água são fatores que fazem qualquer um repensar um passeio. "O uso de roupinhas é recomendado", diz a veterinária. "O ideal é passear em lugares onde o contato com outros animais é zero e nos horários mais quentes do dia."

Os pelos são a proteção natural dos animais e contribuem para que os bichos sintam menos os efeitos do frio. A bancária Mari Lídia Mattos, 43, teve de levar a lhasa apso Nina para tosar depois que seus pelos ficaram embaraçados. "Dias depois o frio chegou para valer e agora ela está sofrendo bastante, pois não gosta de usar roupinhas", relata.

Para os animais, a tosa é uma questão de saúde. Mesmo com as temperaturas baixas, deve ser feita como em qualquer outra estação do ano. "Há quem pense que colocar uma roupa resolve o problema depois de um corte rente ao corpo", afirma o veterinário Marcelo Luiz, 39. "Deixar a veste por semanas resulta em embaraços, focos de bactérias."

Tal conduta pode gerar infecções. As roupinhas são aconselháveis, mas, antes de dormir, as peças devem ser retiradas e o pelo do animal, escovado, para evitar que fique embaraçado.

Marcelo constata em seu pet shop, no Morumbi, que no inverno aumenta a opção pela tosa higiênica. "É a mais indicada. Além de acertar os pelos, ela garante a higienização de patas (unhas), ouvidos e genitais." Outra opção é o corte com tesoura para quem aposta no visual típico das raças.

Verdades e mitos - Banho, sim ou não? "A frequência de banhos até aumenta no inverno", diz a veterinária Cristiane de Brito, 26. O segredo é não deixar os pets molhados para evitar fungos. Cuidado na hora de secar. Os secadores para cabelos podem queimar a pele dos bichos. Nos pet shops, há equipamentos com jatos de ar quente e com pressão para retirar toda a água. Há a opção do banho seco, com sprays e lenços umedecidos.

Gripe suína x pets - Segundo o veterinário Marcelo Luiz, o vírus que deixa o planeta em alerta não representa ameaça aos pets: "Cães e gatos só são infectados por agentes contraídos de seres da mesma espécie". (Fonte: Folha Online)
E-mail da APASCS: apascs@apascs.org.br  Assinar: assinar-apascs@grupos.com.br  

 

Alimentos que fazem mal ao seu cachorro


Muitos donos preferem alimentar os cães com comida preparada que com ração industrializada. Contudo, se você decidiu alimentar seu cachorro com alimentos preparados em casa é preciso ter em mente que nem tudo que é bom para os humanos também é bom para os cães. Cães tem um aparelho digestório diferente do nosso e reagem de maneira diferente a várias substâncias.

Um outro problema que os donos de cães raramente percebem é diferença de tamanho, uma pessoa pesa em média 70kg, mas muitos dos nossos cachorros pesam 2kg, alguns até menos… Por isso é preciso tomar cuidado redobrado, pois quantidades pequenas de alguma substância, que não seria suficiente para fazer mal para uma pessoa pode ser suficiente para fazer mal para um cachorro de pequeno porte.
Para ajudar os donos de cães, o Seu Cachorro traz para você uma lista de alguns alimentos que nunca devem ser dados para o seu cãozinho, nem por brincadeira.

Café: A cafeína presente no café acelera o coração, podendo causar taquicardia e até mesmo ataques cardíacos, quanto menor for o cachorro, maiores os riscos.

Chocolate: O chocolate assim como todos os derivados do cacau e de outras plantas do gênero Teobroma, como o cupuaçu, contém uma proteína chamada teobromina, esta proteína é prejudicial aos cães e causa vômitos se for ingerida em quantidade. Um cão de médio porte, com 22kg irá vomitar se ingerir 85gr de chocolate amargo ou 200g de chocolate ao leite. Em cães menores a quantidade necessária é menor.

Noz-macadâmia: Ainda não se sabe porque estas nozes causam tremores e paralisia temporária nas patas trazeiras dos cachorros.

Alho: Nunca dê alimentos temperados com alho para o seu cachorro, apesar de saudável para os seres humanos o alho destrói as células vermelhas do sangue dos cães e pode causar anemia e, em casos mais graves, falência renal por perda de hemoglobina.

Cebola: De maneira semelhante ao alho, a cebola, embora seja boa para humanos, é prejudicial às células sanguíneas dos cães. A diferença é que a cebola causa danos cumulativos à hemoglobina, ou seja, toda a cebola que o seu cachorro ingerir na vida vai causar pequenos danos irreversíveis que vão se acumulando com o tempo até o dia em que os sintomas aparecem.

Uvas e passas: Ainda não se sabe a razão mas uvas e passas podem causar falência renal em cães.

Bebidas alcoólicas: De maneira semelhante ao que acontece com as pessoas, o álcool diminui as funções cerebrais. Mas diferente das pessoas os cães são mais sensíveis a ele, e além disso tem corpos menores, pequenas quantidades de álcool podem levar cães pequenos ao estado de coma. E cães maiores também podem ser afetados com quantidades um pouco maiores.

Além destes alimentos, novas substâncias prejudiciais aos cães continuam sendo descobertas. O “Animal Poison Control Center” - APCC (Centro de controle de envenenamento de animais) chama a atenção para uma substância chamada xylitol, um substituto do açúcar que contém menos calorias e que está presente alguns em bolos, biscoitos e doces. Durante o ano de 2006 o APCC recebeu mais de 200 casos de envenenamento canino com xylitol.

Referência utilizada: Revista National Geografic Brasil - Outubro 2007

Fonte(s):

 

Contra o envenenamento!

 
 
                                                                       

 
11/03/2008 21:38

 ANTÍDOTO CONTRA E N V E N E N A M E N T O

Caros protetores, e proprietários de animais!
SEI QUE FUNCIONA , USEM SEM MEDO
abraços



Dr. Marcel Benedeti, deu esta dica de como agir em caso de suspeita de
envenenamento de animais.

"Quando houver a suspeita, dar água morna salgada ou água oxigenada 10 vol.
(uma colher de sopa), que em contato com o estomago vira água morna salgada
e faz o animal vomitar e depois dar ATROVERAN (1 gota por kg de peso de 6 em
6 horas), que o melhor antídoto para venenos como 1080 e chumbinho. Mantenha
sempre o atroveram por perto e transmita as pessoas que você conhece. Isso
pode salvar vidas.
Acrescento que o carvão vegetal também ajuda muito em
envenenamentos(humanos também),porque é absorvente.Já existe na farmácia em
comprimidos.

 

Castração grátis!!!

 


SILVIA:

ESTERILIZAÇÃO GRATUITA NO RIO DE JANEIRO
Existe atualmente 4 minicentros de esterilização gratuita p cães e gatos no município do RJ q pertencem a prefeitura. (SEPDA) Secretaria de defesa e proteção dos animais:
Largo do Machado - Ao lado da Cabine da PM
Jacarepaguá - Pça Seca
Realengo - Pça Padre Miguel ao lado da Igreja N. S. da Conceição
Bonsucesso - Av Brasil ao lado do Bob's sentido Centro.
Na altura da passarela 9
OBS: A marcação da Esterilização é feita so
as sextas-feiras à partir das 8 da manhã, levar:
Documento de Identidade;
CPF
Comprovante de residência.
NÃO É NECESSÁRIO LEVAR O ANIMAL PARA A MARCAÇÃO.
No momento da marcação vc receberá informações e como proceder no dia da cirurgia.
Qualquer dúvida ou maiores esclarecimentos entre em contato através dos telefones:
(21)2503-4654 e 2503-4577
visualizar o perfil de Celia: http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=2505699335541062973&mt=1
* * *

 

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OLHAR ANIMAL

Adoção de cães em gatos em todo o país

http://www.olharanimal.net

Acupuntura funciona?

Acupuntura e cinomose
 
A acupuntura tem sido utilizada para o tratamento de distúrbios neurológicos em cães. Normalmente, a eutanásia é indicada em casos de distúrbios neurológicos com conseqüente paralisia de membros posteriores como seqüela de cinomose. Numa tese de mestrado realizada na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), 52 cães acometidos de paralisia de membros posteriores e conseqüente paralisia de membros posteriores, causadas pela cinomose, foram divididos aleatoriamente em três grupos, após uma avaliação neurológica completa.
 
Destes, 17 cães foram tratados convencionalmente de acordo com a medicina ocidental, incluindo antibióticos, complexos vitamínicos e corticosteróides, quando necessário. Outros 18 cães foram tratados com acupuntura, sem nenhuma estimulação elétrica, e 17 cães não receberam tratamento algum. O tratamento com acupuntura foi realizado semanalmente durante o período de quatro semanas, ao final do qual um novo exame neurológico foi realizado e por meio de escore, comparado ao exame inicial, para análise estatística do efeito dos tratamentos nos diferentes grupos.
 
Considerou-se cura quando os animais eram capazes de andar novamente e ter uma vida normal, sem se observar seqüelas, tais como incontinência fecal ou urinária e outras. A cura foi observada em nove cães tratados com acupuntura, em apenas um dos cães tratados convencionalmente e em nenhum cão não tratado. Todos os cães tratados com acupuntura sobreviveram, enquanto que três cães tratados convencionalmente e cinco cães não tratados apresentaram óbito neste período de avaliação, demonstrando que o tratamento com acupuntura em pontos pré-estabelecidos apresentou bons resultados para o tratamento de distúrbios neurológicos produzidos pela cinomose em cães.

Acupuntura e sistema reprodutivo
 
Normalmente, a prostaglandina é utilizada para indução do abortamento em cães. Doses de 0,25 mg/kg duas vezes ao dia ou 0,1 mg/kg três vezes ao dia usualmente produzem abortamento em nove dias. Entretanto, intensos efeitos colaterais tais como hipotermia, taquipnéia, salivação, vômitos e convulsões são freqüentemente observadas. A administração de 0,05 mg/kg ou 0,1 mg/kg de dinoprost a cada 12 horas no ponto Bai Hui, localizado no espaço lombosacro, em quatro cadelas com período de gestação entre 32 e 45 dias, induziu abortamento em todas elas, em 3,5 e 6,5 dias respectivamente.
 
A utilização deste mesmo produto na dose de 0,05 mg/kg a cada 12 horas em quatro cadelas com período de gestação mais adiantado, entre 50 e 55 dias, induziu o abortamento em apenas duas cadelas no terceiro dia de aplicação. A injeção de 1 ml de água destilada a cada 12 horas neste mesmo acuponto, em quatro cadelas com período de gestação entre 45 e 50 dias, não surtiu efeito algum, já que o parto ocorreu dentro do período previsto.
 
Observou-se nestes animais tratados com subdose de prostaglandina no acuponto Baihui salivação intensa, taquipnéia e redução da temperatura. Tais efeitos ficam mais acentuados dez minutos após aplicação, com retorno ao normal após 30 minutos. A aplicação de 0,1 mg/kg de prostaglandina no gradil costal produziu além dos efeitos colaterais descritos anteriormente, vômito e defecação, demonstrando que a injeção de subdose de prostaglandina no acuponto Bai Hui foi efetiva para indução de abortamento em cadelas, com a vantagem de minimizar os efeitos colaterais.

Acupuntura e analgesia
 
A eletroacupuntura tem sido utilizada para produzir hipoalgesia para realização de diversos procedimentos cirúrgicos nas espécies domésticas. A anestesia convencional produz depressão neurológica e cardiorrespiratória fetal e materna, levando a uma alta taxa de mortalidade neonatal. O grau de depressão neurológica e cardiorrespiratória foi avaliado em cães neonatos, após cesariana, cujas cadelas foram tranqüilizadas com levomepromazina (Neozine, Rhodia), nalbufina (Nubaim, Rhodia) e midazolam (Dormonid, Roche) e divididas em dois grupos.
 
Seis cadelas foram submetidas à eletroacupuntura nos pontos E36, IG4, VG1 e Bai Hui, utilizando-se estímulo elétrico até 9 v, freqüência f1 de l00 Hz e f2 de 200 Hz e em seis a indução da anestesia foi realizada com quetamina (Ketalar, Parke Davis) e a manutenção com enfluorano (Etrane, Abbott). As freqüências cardíaca e respiratória foram maiores nos filhotes de cadelas submetidas a eletroacupuntura e os reflexos neurológicos também tenderam a ser maiores nestes mesmos neonatos.
 
Duas de seis cadelas necessitaram uma suplementação de l a 2 mg/kg de quetamina numa ocasião durante a anestesia, demonstrando que há variação individual no tocante ao efeito analgésico e que hipoalgesia pode ocorrer ao invés de analgesia. A menor depressão neurológica e cardiorrespiratória em neonatos após cesariana é uma vantagem potencial do uso da acupuntura, quando comparado à anestesia convencional, mesmo necessitando uma complementação ocasional de fármacos para obtenção de uma analgesia satisfatória.

Acupuntura e resposta imune
 
As concentrações séricas de anticorpos, proteína total, albumina, globulina, relação albumina/globulina, hemograma e linfócitos T e B foram mensuradas em cães vacinados contra a raiva e submetidos ou não à acupuntura nos pontos E36, IG11 e VG14. Observou-se um maior número de linfócitos nos animais tratados com acupuntura.
 
O efeito da acupuntura e moxabustão na resposta imuneinflamatória à picada do carrapato Rhipicephalus sanguineus foi estudada em cães e cobaios respectivamente. O uso de moxabustão prolongou a reação de hipersensibilidade tardia e reduziu o número de eosinófilos nos locais de teste de hipersensibilidade cutânea, quando comparado com cobaios não tratados. A acupuntura produziu uma redução do tamanho da reação induzida pelo teste de hipersensibilidade imediata a antígenos de carrapatos nos cães, quando comparada a animais não tratados, mostrando que tanto a moxabustão como a acupuntura interfere nas reações de hipersensibilidade.

Acupuntura e sistema digestório
 
O efeito da acupuntura na prevenção de lesões de mucosa gástrica produzidas pela indometacina (Indocid, Prodrome) foi investigado em ratos. Então, 48 ratos foram submetidos a jejum por 24 horas, tratados com indometacina e divididos em três grupos. Foram submetidos à eletroacupuntura (1 mV, 2Hz por 30 min) 16 animais, nos acupontos E36, E25 e VC12. Outros 16 foram submetidos à acupuntura sham (pontos falsos ao lado de pontos verdadeiros) e 16 não foram tratados.
 
Os animais foram submetidos a eutanásia seis horas após e o estomago foi removido. A incidência de hemorragia, úlceras e outras lesões na mucosa gástrica foi de 34,8% e 61,3% menor nos animais tratados com acupuntura sham e acupuntura verdadeira, respectivamente, quando comparado aos animais controle sem tratamento, demonstrando que a acupuntura pode prevenir lesões da mucosa gástrica produzidas pela indometacina em ratos. A incidência de distúrbios gastrintestinais em cães é alta e os fármacos empregados para aumentar a motilidade intestinal produzem efeitos colaterais intensos. Cinco cães foram submetidos à eletroacupuntura (4,5 v; 5 Hz), por 30 minutos, nos pontos E36, IG4 e B25. Os mesmos cães foram utilizados como controle, sendo submetidos à eletroacupuntura sham (falsa) em pontos localizados ao lado dos pontos verdadeiros. O intervalo entre a realização da eletroacupuntura verdadeira e falsa foi de uma semana, utilizando-se uma ordem aleatória para os tratamentos.
 
O tratamento foi realizado entre as 18 e 20 horas na moradia do animal, sem alterar o manejo e o tipo e quantidade da ração oferecida. Foi misturado óxido de cromo na ração duas horas antes do tratamento, mensurando-se a taxa de excreção do mesmo por um período de 60 horas. A freqüência de defecação e a taxa de excreção de óxido de cromo foi significativamente superior (p<0,03) em todos os cães submetidos a eletroacupuntura, comparativamente à eletroacupuntura falsa, demonstrando que a eletroacupuntura produz um aumento de peristaltismo em cães.
 
Um outro estudo confirmou os resultados acima. Seis cães anestesiados com pentobarbital sódico foram submetidos à entubação gástrica, seguido da administração de ferrita em pó. Em seguida, a motilidade gástrica foi avaliada por meio do equipamento biossusceptômetro, com o sensor posicionado na região epigástrica, para detecção do movimento dos traçadores magnéticos administrados pela sonda. A pressão intragástrica foi mensurada por um tubo com balonete inserido no estomago e acoplado a um monitor de pressão. Realizou-se acupuntura manual, seguida de eletroacupuntura nos pontos E36 e IG4. A freqüência de movimentos gástricos aumentou 23 vezes e a pressão intragástrica aumentou 53 vezes após a acupuntura/eletroacupuntura, quando comparada aos valores basais, mostrando que a acupuntura/eletroacupuntura pode ser utilizada com sucesso para aumentar o peristaltismo gástrico em cães.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Inada T, Gomes APM, Brito SN, Lima LB, Santos RS, Ruiz PMB: Acupuntura e moxabustão como terapia alternativa em cães. Arq Univ Fed Rur Rio de J 13(1): 55-61, 1990;
2. Cole EF: Avaliação dos efeitos terapêuticos obtidos com a alopatia e a acupuntura no tratamento de distúrbios neurológicos decorrentes da cinomose canina. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife. 1996, 205p.;
3. Torelli, SR & Landim e Alvarenga, FC. Interrupção de gestação indesejada em cadelas utilizando-se subdose de prostaglandina aplicada no espaço epidural lombosacro. Congresso de Iniciação Científica, Jaboticabal, São Paulo, 1997;
4. Lopes MD, Luna SPL, Landim Alvarenga F, Leal ACR: Clinical and neurological signs of newborn dogs after cesarean section using inhalation anesthesia or electroacupuncture. Proc 24th Ann International Congress on Vet Acup, 1998, pp 132-l
33;
5. Dias EMG: Níveis de anticorpos, proteínas plasmáticas, parâmetros hematológicos e linfócitos T e B em cães estimulados por acupuntura. Dissertação de Mestrado. FMVZ, Unesp, Botucatu, São Paulo, 1991;
6. Scognamillo-Szabo MVR: Efeito da acupuntura sobre a reação inflamatória imune a carrapatos Rhipicephalus sanguineus (Latreille, 1806), em cobaias (Cavia porcellus) e cães. Dissertação de Mestrado, FCAVJ, Unesp, Jaboticabal, São Paulo, 1999;
7. Novo F & Ferreira N: Efeitos dos pontos de acupuntura E-36 (Zusanli), E-25 (Tianshu) e VC-12 (Zhongwan), estimulados por eletroacupuntura, nas lesões agudas da mucosa gástrica, produzidas pela indometacina, em ratos Wistar. Rev. paul. acupunt 3; 67-71, 1997;
8. Luna SPL & Joaquim JGF: Effect of electroacupuncture on intestinal motility in dogs. Proc 24th Ann International Congress on Vet Acup, 1998, pp 134-136;
9. Luna SPL, Miranda JRA, Joaquim JG, Morais R, Stelzer M, Gomes FR. Efeito da cupuntura / eletroacupuntura sobre a atividade de contração gástrica em cães, medida por susceptometria de corrente alternada e manometria. Trabalho apresentado no I Congresso Internacional de Acupuntura Veterinária, São Paulo, 6 a 8 de agosto de 1999.

* PhD, diplomado pelo Colégio Europeu de Anestesistas Veterinários, e professor assistente doutor de Anestesiologia Veterinária, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Estadual Paulista (FMVZ-Unesp), de Botucatu(SP)

FONTE:
Revista Cães & Gatos – Número 82 – Ano 14 – Mai/Jun/1999
Gessulli Agribusiness
Pça Sergipe, 156 – CEP 18540-000 – Porto Feliz-SP
Tel: (15) 262-3133 / 262-3919
E-mail:
gessulli@gessulli.com.br

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MAUS TRATOS

Que são maus-tratos a animais ?

Há uma relação do que o legislador brasileiro entendeu como maus-tratos a animais, no art.3º do Decreto Federal 24.645/34, que estabelece medidas de proteção aos animais. Abaixo, alguns deles:

- mantê-lo em locais pequenos

- golpeá-lo ou mutilá-lo

- utilizá-lo em shows e mostras que possam lhe causar pânico ou estresse

- má alimentação ou ausência dela
- envenenamento
- privá-lo de higiene, descanso, espaço, ar e luz
- abandoná-lo

-  privá-lo de assistência veterinária se doente, ferido, mutilado
- bater ou castigá-lo, causando-lhe danos físicos
- forçá-lo a carregar cargas superiores à sua capacidade
- forçar animais doentes a trabalhar

 

Maltratar animais é crime ?

Sim. É crime previsto na Lei Federal nº 9.605/98, conhecida como  Lei dos Crimes Ambientais. Em seu  art. 32, está prevista pena de 3 (três) meses a 1(um) ano de detenção para aquele que praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animal doméstico, domesticado, silvestre nativo ou silvestre exótico.

 

 

Que fazer em caso de maus-tratos ?

Se você testemunhar os maus tratos a animais, recomendamos duas ações simultâneas:

- conversar com o guardião do animal. Nem sempre o que achamos ou o que nos disseram está mesmo acontecendo. Muitas vezes, também, o guardião pode estar fazendo ou deixando de fazer algo que cause mal estar ao animal por desconhecimento ou distração. Felizmente, o número de pessoas que deliberadamente maltratam animais é pequeno

- acudir ao animal em suas necessidades básicas: água, comida, água, abrigo, medicamento.

 

Se, em todo caso, conversar com o guardião estiver fora de questão por algum motivo ou se, depois da conversa, nada mudar em termos de bem-estar do animal, leia sobre o que a legislação brasileira diz sobre maus tratos e veja como agir.

 

Caso não tenha testemunhado o caso, certifique-se de que as informações que lhe passaram procedem. Felizmente, nem sempre ocorreu o que e como nos contaram. Caso sinta que há possibilidade, procure conversar com o guardião do animal.  A maioria das pessoas não se dá conta do que está fazendo. Agem por falta de atenção e cuidado e não por falha de caráter. Se de todo a conversa for impossível ou não surtir o efeito esperado, socorra o animal e faça uma denúncia na

Delegacia de Polícia mais próxima co local.

 

 

 

 

A denúncia a uma ONG de proteção aos animais é suficiente ?

Não. Estas Associações Civis não têm poder de polícia, que é atribuição exclusiva dos órgãos governamentais, sejam eles administrativos ou judiciais. Para que haja uma investigação dos fatos e punição de eventuais culpados, deverá levar o fato às autoridades competentes – à Polícia ou ao Ministério Público. É importante sempre registrar-se os acontecimentos nas instâncias apropriadas porque, se condenada, a pessoa terá uma anotação numa possível reincidência por maus-tratos, provavelmente a pessoa, se condenada, não receberá uma pena que seja o fornecimento de cesta básica ou a prestação de serviços comunitários.

Como denunciar maus-tratos ?

1- Ao Ministério Público

Redija uma petição (não há necessidade de Advogado para isto), relatando os fatos e pedindo para que seja feita investigação para comprovar se eventualmente estão ocorrendo os fatos. Tome cuidado para não fazer acusações, para não correr riscos de processo. Acrescente que, em caso afirmativo, sejam tomadas as providências legais para punição dos culpados.

Protocole a petição e seus anexos no Ministério Público. Leve uma cópia dela, para que você tenha o número da denúncia  e a data, fornecidos pelo atendente. Mediante esse número, você poderá acompanhar o andamento do processo. Se não andar, registre denúncia na Corregedoria.

 

2- À Delegacia de Polícia

Os Distritos Policiais, que são competentes para receber a notícia-crime, sendo indicado procurar o mais próximo do local em que o crime ocorreu. Assim que o  Escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cumpre instaurar inquérito policial ou lavrar um Termo Circunstanciado ou Boletim de Ocorrência. Tanto ele quanto o Delegado têm obrigação de atende-lo, sob pena de serem responsabilizados por crime de prevaricação, previsto no art. 319 do Código Penal .

Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

Tendo escolhido o Ministério Público ou a Delegacia de Polícia, você precisará de fotos, filmagens, documento contendo a ameaça, número de placa do carro que abandonou o animal, lista de testemunhas do fato (devidamente identificadas) enfim, todos os vestígios deixados pelo crime e indícios de sua autoria. Em caso de morte, o corpo do animal deve ser periciado (exame necroscópico). Em caso de envenenamento, além do laudo necroscópico será preciso o exame toxicológico, emitido por Veterinário.

 

Como lavrar uma ocorrência ?

Quem acusa deve apresentar provas. Assim, devem ser levadas fotos, filmagens, documento contendo a ameaça, número de placa do carro que abandonou o animal, enfim, todos os vestígios deixados pelo crime e indícios de sua autoria. A prova testemunhal – pessoas que viram, ouviram ou que saibam algo que possa esclarecer os fatos – é admitida, e importante. Em caso de morte, o corpo do animal deve ser periciado (exame necroscópico). Em caso de envenenamento, além do laudo necroscópico será preciso o exame toxicológico, emitido por Veterinário. Leve, também, o art.32 da lei 9.605/98, porque em geral a autoridade não tem conhecimento dele.

Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa. § 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. § 2º. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

 

 

O escrivão, na PM, pode deixar de acolher a denúncia ?

Não. Assim que o  Escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cumpre instaurar
inquérito policial ou lavrar um Termo Circunstanciado ou Boletim de Ocorrência.

Caso se negue a fazê-lo, sob qualquer pretexto, lembre-o que ele pode ser responsabilizado por crime de prevaricação, previsto no art. 319 do Código Penal .

Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

 

 

O Delegado pode deixar de atendê-lo ?

Não. O Delegado tem o dever de atendê-lo e de fazer cumprir a lei federal que protege os animais de companhia (domésticos) porque, no Brasil, eles são "sujeitos de direitos", representados em Juízo pelo Ministério Público ou pelos representantes das sociedades protetoras de animais ( §3º, art. 2º do Decreto 24.645/34).

 

Em caso de negativa de atendimento peça para lavrar um termo de que você esteve naquela Delegacia para pedir registro de maus-tratos a animal. Anote o nome e a patente de quem o atendeu, o endereço da Delegacia, data e horário e, se estiver acompanhado de alguém, este alguém será sua prova testemunhal da queixa a ser encaminhada ao Ministério Publico.

 

 

Quem é o autor do processo judicial porventura decorrente do registro da ocorrência ?

O Estado. Isso porque, de acordo com o Decreto 24.645/34 reza, em seu ar.1º, que "Todos os animais existentes no país são tutelados pelo Estado"; e, em seu art.2º - parágrafo 3º, que : "Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Público, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades Protetoras dos Animais". 

 

 

Posso fazer uma denúncia de maus tratos anônima ?

Sim, por intermédio do Disque Denúncia, caso exista em seu Estado. Em SP, é 181. Esses serviços não solicitam o nome do denunciante nem rastreiam o número do telefone ou  endereço. Após relatar o fato, fornecendo todas as informações que julgar importantes para a investigação ambiental, anote o número de protocolo de atendimento. Mediante esse número você poderá acompanhar o andamento do processo, sem necessidade de identificar-se.

 

E-mail da APASCS: apascs@apascs.org.br  Assinar: assinar-apascs@grupos.com.br